• Ricardo Bonacorci

Livros: Gina – O romance mais ousado de Maria José Dupré


Neste final de semana, li mais um livro do Desafio Literário de maio. Após “Éramos Seis” (Ática) e “A Ilha Perdida” (Ática), eu me aprofundei, desta vez, na leitura de “Gina” (Ática). Este é o quarto romance adulto lançado por Maria José Dupré, a escritora paulista que está sendo analisada neste mês pelo Bonas Histórias. Esta obra também é uma das mais famosas da carreira da autora nascida em Botucatu no início do século XX. Depois de “Éramos Seis”, indiscutivelmente o maior sucesso de Dupré, “Gina” é a sua história mais comovente e forte. Além disso, esta publicação é a que apresenta um dos enredos mais ousados da literatura brasileira da primeira metade do século XX. Afinal, colocar como heroína de uma trama ficcional, em plena década de 1940, uma moça que recaí à prostituição para fugir da pobreza extrema não era algo nada habitual. Por isso, a coragem de Maria José na construção de sua protagonista e no desenvolvimento deste drama singular. Para muita gente, eu me incluo neste grupo, este é o melhor trabalho de Dupré na ficção adulta.


Assim como aconteceu com “Éramos Seis”, transformado em telenovela pela Tupi em 1977, o livro “Gina” foi adaptado para a TV. A Rede Globo ficou impressionada com o sucesso da telenovela lançada pela Tupi e decidiu gravar outro romance de Maria José Dupré em 1978. A versão televisiva de “Gina” foi escrita por Rubens Ewald Filho e teve Christiane Torloni no papel da protagonista. Curiosamente, em pleno horário da novela das seis (quando a família inteira estava reunida em casa ou estava chegando ao lar) e em plena Ditadura Militar (na qual a censura era implacável), a mais popular emissora do país resolveu adaptar um dos romances mais polêmicos da literatura nacional. Como consequência, os livros de Dupré alcançaram, nesta época, o auge de popularidade, sendo discutidos nas ruas e pelos telespectadores do Brasil inteiro.


Incrível notar como foi possível um enredo tão delicado como “Gina” ganhar o horário nobre da grade da TV. Tal decisão teria sido uma aposta arriscada da Rede Globo atrás de audiência e/ou um deslize dos órgãos de censura da época? A década de 1970, vale a pena lembrar, foi um dos períodos mais conservadores do nosso país. Com medo da reação negativa do público (e da opinião das autoridades de Brasília), a telenovela “Gina” sofreu tantas alterações em relação ao texto original do romance que acabou totalmente descaracterizada. Maria José Dupré não se cansou de reclamar das mudanças promovidas pela emissora carioca. Para a escritora paulista, sua história foi completamente desfigurada quando levada às telas das casas dos brasileiros.

Publicado em 1945, o livro “Gina” foi baseado em uma história real. Dupré conheceu uma mulher muito bonita que lhe bateu à porta dizendo que precisava narrar sua vida. Por educação, a escritora começou a ouvir o relato da desconhecida, que garantia que seu passado difícil daria um bom romance. A mulher vinha de uma família miserável e ainda tinha sido perseguida pela mãe e pela irmã mais velha. Como era jovem e bela, a única alternativa da Gina real (que obviamente tinha outro nome fora da ficção) para superar a pobreza e a fome foi aceitar a companhia e os agrados dos homens ricos da cidade de São Paulo. Assim, seus tempos de dificuldade financeira ficaram para trás. Por outro lado, ela passou a ser malvista pela sociedade paulistana, que não aceitava uma mulher de vida fácil circulando entre os seus. Estupefata com o que ouviu da visitante, Maria José Dupré escreveu seu livro mais original e contundente. Realmente, aquela história deu um belíssimo romance. Em termos de drama e de força narrativa, “Gina” é até mais intenso do que “Éramos Seis”. Perto das dificuldades passadas por Gina, os problemas vivenciados por Dona Lola parecem agora simples e corriqueiros. Incrível essa mudança de ponto de vista!


A trama de “Gina” inicia-se em 1902. Uma família pobre se muda do porão do cortiço da Rua Antiga Amélia para um apartamento alugado na Rua São Caetano, no bairro da Luz, em São Paulo. Tal família é constituída por Pasquale Franceschini, um italiano que dá aulas de escultura no Liceu de Artes e Ofícios, e por Julica Torres, uma dona de casa nascida no interior do Estado. Ela é vinte e cinco anos mais jovem do que o marido. Ambos possuem uma filha, Georgina, de oito anos. A menina é chamada por todos de Gigina ou simplesmente por Gina. Julica ainda tem uma filha mais velha, Zelinda, do primeiro casamento. A garota de 14 anos vive com a mãe e odeia a irmã mais nova.


A vida na casa dos Franceschini é muito difícil. O salário do Professor Pasquale mal dá para as despesas básicas. Por isso, sempre falta comida na mesa e as meninas andam com roupas e sapatos rotos. Para ganhar uns trocados, Dona Julica aproveita a ausência do marido para se deitar com homens da vizinhança em sua cama. Nessa hora, ela tira as filhas de casa e as proíbe de entrar enquanto o visitante estiver por lá. Resignadas, as meninas só conseguem ouvir os urros vindos do lado de dentro da residência. Nos dias de chuva e de frio, elas têm que permanecer no relento custe o que custar.

A infância de Gina é um grande tormento. Além da fome e do frio constantes e de sua aparência de indigente, a garota sofre a humilhação das crianças do bairro e a falta de carinho dentro de casa. Sem poder ir para a escola (os pais não se preocupam em matriculá-la), Georgina é alvo de chacota da meninada da vizinhança que a chama de burra e analfabeta. No lar, a rotina não é nada diferente. Dona Julica é uma mulher insensível, implacável e egoísta. Ela parece se interessar unicamente pela companhia de Giacomo, o amigo da família que a visita frequentemente. Na ausência do parceiro vespertino de cama, a mãe dá atenção apenas à filha mais velha, a sua favorita, desprezando Gina. A caçula também é maltratada e xingada constantemente por Zelinda. O único que parece dar alguma atenção e afeição à Georgina é o seu pai. O Professor Pasquale é louco pela filha e sempre que possível tenta agradá-la. O problema é que ele fica pouco em casa e quase não tem dinheiro. Assim, fica complicado para oferecer uma vida digna à sua família e à filhinha do seu coração.


Se as coisas já eram difíceis na infância, elas se tornam insustentáveis quando Gina chega à adolescência. A doença e a morte de Pasquale Franceschini transformam sua família pobre em um clã miserável. Dona Julica não tem dinheiro para sustentar sozinha as duas filhas, por mais que queira receber muitos visitantes em sua casa. A chegada da idade e a perda da beleza espantam os homens que outrora a procuravam. Nesse cenário de grande escassez, Zelinda e Gina são obrigadas a trabalhar logo cedo. Zelinda, a mais velha, arranja um bom emprego na Companhia Telefônica, sendo o único sustento da casa. Gina, por outro lado, não dá sorte em arranjar trabalho. Por mais esforçada que seja, a jovem só arranja serviço como vendedora de rua. E no contato com as pessoas pela cidade, ela acaba sendo alvo constante do assédio masculino. A beleza de Gina chama à atenção dos homens que passam a se insinuar descaradamente para ela. Tímida e honrada, ela foge de todas as investidas. Em alguns casos, a jovem é obrigada a recorrer à força para escapar das tentativas de estupro. Assustada com a violência, Georgina não fica muito tempo nos empregos de vendedora.


Sem conseguir dinheiro, Gina é alvo de humilhação também dentro de casa. Dona Julica e Zelinda não se cansam de jogar na cara da moça o quanto ela é uma imprestável. Sem alternativa e desesperada para conseguir uma grana, Gina aceita os conselhos de Pascoalina, sua melhor amiga. Para Pascoalina, uma moça tão bonita quanto Gina precisa aceitar os cortejos feitos pelos homens ricos da cidade. E, assim, ela começa a sair com os endinheirados de São Paulo. Georgina transforma-se, do dia para a noite, na amante de homens casados. Os mais empolgados prometem dar à bela jovem casa própria, conforto, joias, roupas caras e luxos inimagináveis.

Os tempos das vacas magras ficam definitivamente para trás. Gina torna-se extremamente rica e passa a ajudar não apenas sua família como os amigos mais próximos. A generosidade da moça não tem limites. Se ela vira uma heroína para os conhecidos, ela também passa a ser malvista pela sociedade paulistana, implacável com as mulheres de vida fácil. Essa questão se tornará um grande problema quando Gina se apaixonar pela primeira vez. Seu amado e a família dele aceitarão o comportamento polêmico da moça? Essa é a grande dúvida que atormenta a personagem principal da narrativa ficcional. Apesar da riqueza, do conforto material e da beleza, o drama de Gina continuará e se intensificará ao longo dos anos. Seu passado de imoralidade irá persegui-la sempre, atormentando-a para onde ela for. Georgina conseguirá ser feliz algum dia depois de ter tomado a decisão de enriquecer de maneira polêmica?!


Este romance de Maria José Dupré tem 352 páginas e possui 22 capítulos. O livro está dividido em três partes. Na primeira, acompanhamos o período de pobreza de Gina e de sua família de 1902 a 1909. Na segunda parte, a protagonista, então com 17 anos, aparece rica e com amantes endinheirados. O drama agora está no fardo que a família interesseira representa para Gina e nas dificuldades que os assuntos sentimentais proporcionam à moça. A fama adquirida não a ajudará em nada a contornar os preconceitos sociais. A história se passa, agora, de 1912 a 1915. E, por fim, a última parte da obra é reservada à vida de casada de Georgina. A trama vai de 1920 à primeira metade da década de 1930. Se ao mesmo tempo em que adquire a tranquilidade da maturidade e tem um matrimônio feliz, a heroína sofrerá com os velhos pesadelos de seu passado. A forma como enriqueceu na juventude irá persegui-la implacavelmente. Aos olhos do povo, uma meretriz será sempre uma meretriz. O peso desse rótulo será mais enfadonho quando Gina se tornar uma mulher casada e com filhos. O que sua família dirá no instante em que esse assunto chegar aos seus ouvidos?


“Gina” é o tipo de romance histórico que parece dar vazão aos dramas mais intensos de sua protagonista. Quando você acha que os sofrimentos e as dificuldades da personagem principal vão ficar para trás, novos e mais complicados aparecem na trama. Portanto, temos uma sucessão interminável de dissabores de todos os tipos. Se você for ler este livro, prepare seu espírito e seu coração para encarar uma história com mais de 300 páginas de tristeza e de tensão dramática. Sem dúvida nenhuma, temos aqui uma obra literária dirigida para leitores corajosos!

A narrativa possui incontáveis passagens de violência, pobreza, doença, maldade, injustiça e descaso. Para quem adora uma boa intriga dramática, “Gina” é um prato cheio. A realidade apresentada por Maria José Dupré é nua e crua. Ao mesmo tempo em que a escritora mostra explicitamente cenas fortíssimas (tentativa de estupro, criança passando frio e fome, acidente fatal no circo, ataque de loucura do pai, etc.), ela também sabe ser sutil quando precisa. Essa segunda característica fica mais evidente, por exemplo, quando Gina e sua mãe recebem visitas masculinas em casa, quando as personagens questionam a paternidade de Georgina ou mesmo quando Dona Julica dá diferentes versões sobre a origem de sua família no interior paulista. Seria tão errado assim se encontrar com homens em casa? Seria mesmo o Professor Pasquale o pai verdadeiro de Gina?! E a mãe da protagonista estaria mentindo sobre o passado de seus familiares? Esses pontos aparecem delicadamente no texto, exigindo uma atenção maior do leitor para entendê-las. Gostei desse expediente narrativo. Se algumas partes da história fossem expostas de maneira muito direta (prostituição, infidelidade conjugal e vergonha dos antepassados), elas poderiam assustar os leitores mais conservadores. Aí, o romance corria o risco de se tornar inviável comercialmente.


A grande temática envolvendo “Gina” está no falso moralismo da sociedade brasileira da metade do século XX. De forma astuta, Dupré apresenta essa questão sob dois pontos de vista complementares: o micro e o macroambiental. Dona Julica não aceita que sua filha mais nova trabalhe como copeira na casa de uma família rica. Para a esposa do Professor Pasquale, ver Gina como serviçal na residência de madame e ganhando um salário mínimo é o fim do mundo. Por sua vez, ela não se importa quando a caçula começa a se prostituir. Deitar-se na cama do marido da madame e trazer bastante dinheiro para casa é visto pela mãe como algo positivo que a filha faça. Da perspectiva mais geral, a sociedade é implacável em sentenciar Gina, mesmo depois de ela já estar casada e com uma família exemplar, como alguém desprezível. Aos olhos da sociedade preconceituosa, ninguém consegue superar um passado maculado. Curiosamente, Georgina já era vista de maneira negativa quando era uma jovem “honrada” e pobre. Afinal, a miséria em que vivia era um sinal de sua fraqueza moral. Ou seja, o destino da protagonista era ser malvista e mal falada, independentemente da escolha que fizesse. É inegável o tapa na cara que o romance dá na sociedade puritana, elitista e preconceituosa.

O principal mérito de “Gina” está exatamente na exposição desse falso moralismo e, principalmente, na forma como sua heroína encarou o julgamento alheio. Maria José Dupré conseguiu criar uma das mais incríveis personagens da literatura brasileira. Georgina pode ser comparada, em dimensão e profundidade narrativa, à Aurélia Camargo (de José de Alencar), Maria Moura (de Rachel de Queiroz), Gabriela (de Jorge Amado), Maria Capitolina Santiago (de Machado de Assis), Emília (de Monteiro Lobato) e Virgínia (de Lygia Fagundes Telles). Ela também foge do estereótipo da prostituta, como retratado, por exemplo, por Plínio Marcos em “Navalha na Carne” (Azougue Editorial). Gilda é totalmente diferente de Neusa Sueli.


Em alguns sentidos, a protagonista de Dupré me lembrou muito Léa Delmas, a personagem de “A Bicicleta Azul” (BestBolso), o romance mais famoso da francesa Régine Deforges. Em relação à dimensão dramática e à composição psicológica, tanto Léa quanto Gina são mulheres jovens com doses intermináveis de coragem e de perseverança. Elas encaram de frente todos os problemas e todas as dificuldades, independentemente de suas complexidades. Além disso, elas jamais abandonam suas famílias e seus amigos e nunca dão ouvidos aos preconceitos sociais. Há poucas figuras femininas na literatura tão generosas, tão destemidas e tão progressistas quanto Léa e Gina. Importante dizer que Maria José Dupré criou sua personagem três décadas e meia antes de Régine Deforges. Se a francesa é vista pela crítica literária como uma autora ousada e visionária para a década de 1980, o que poderíamos falar então da brasileira que produziu suas principais obras na década de 1940, hein?


Outro aspecto elogiável de “Gina” está na forma como sua história é apresentada ao público. Esqueça os romances água com açúcar que muitas vezes inundam as estantes das livrarias e das bibliotecas. O que temos aqui é uma trama água com limão, para usar a mesma analogia. Este romance de Dupré escancara o quanto a vida pode ser amarga e difícil de ser ingerida. O lado doce da sociedade humana passa longe dessas páginas. A batalha para ganhar dinheiro pode ser árdua e um tanto injusta para aqueles que nascem pobres e precisam encarar os desafios monumentais de uma das sociedades mais díspares do mundo.

Se comparado a “Éramos Seis”, “Gina” possui algumas diferenças de ordem narrativa. Esta obra é narrada em terceira pessoa (narrador observador), sua história não é ambientada apenas na cidade de São Paulo (há longas passagens pelo interior do Paraná, pelo Rio de Janeiro e por Milão, na Itália), não há a preocupação da datação exata dos episódios relatados (eles são usados apenas para mostrar a variação do tempo), as personagens principais estão sempre se mudando (na minha conta, Gina morou em onze casas diferentes) e o desfecho é feliz (ufa, ao menos isso!).


As semelhanças entre os livros ficam com o retrato cruel dos perrengues de uma família pobre (ao menos na primeira parte de “Gina” é assim), no sacrifício que a protagonista faz a vida inteira para o bem dos parentes (nesse sentido, Gina é parecidíssima à Dona Lola), no drama financeiro provocado pela morte do patriarca (semelhança entre Júlio Abílio de Lemos e Pasquale Franceschini), na sucessão incansável de dramas (a situação sempre parece piorar mais e mais), na crítica contundente à desigualdade social (infelizmente, uma marca da sociedade brasileira) e na contextualização histórica do período relatado (Primeira Guerra Mundial, surgimento do Anarquismo na Europa, a crise de 1929, etc.).


“Gina” é um romance espetacular. Seu único defeito está no seu Foco Narrativo extremamente equivocado. Para quem gosta de Teoria Literária e estuda os Elementos da Narrativa, temos aqui um ótimo exemplar de como não construir uma trama ficcional. Obviamente, para o leitor recreativo essa questão passa longe das preocupações na hora da leitura, mas para um crítico literário esse ponto é central na análise do livro. O narrador em terceira pessoa de “Gina” é do tipo observador que vive grudado à protagonista. Portanto, ele só deveria ter acesso ao que Georgina vê, pensa e sabe. Contudo, isso não ocorre o tempo inteiro. Há alguns deslizes imperdoáveis. O tal narrador tem acesso aos pensamentos de outras personagens (Zelinda, Helena, Fernandinho e Ana Luísa). Para piorar, na parte final do livro, o narrador desgruda de Gina e passa acompanhar seus filhos. Como assim?! Sinceramente, isso me incomodou muito durante a leitura. Na certa, a mudança do narrador em primeira pessoa (como em “Éramos Seis”) para o de terceira pessoa (em “Gina”) deveria ter sido feita de um jeito mais cuidadoso por Maria José Dupré.

Com exceção desse problema de Foco Narrativo, “Gina” é uma obra impecável. Seus dramas, seus conflitos e suas personagens conseguem emocionar o leitor de maneira profunda. Gostei muito desta leitura. Acho que já posso dizer que dos romances adultos de Dupré, este é o meu favorito. Mesmo não sendo um fã de livros com dramas intermináveis, admito que adorei “Gina”. A construção de uma protagonista ousada e de uma trama original fazem desta publicação uma narrativa imperdível.


Por falar em livro imperdível, no próximo domingo, dia 17, retorno ao Bonas Histórias para apresentar a análise do quarto livro de Dupré deste Desafio Literário. A nova obra que será comentada no blog será “A Mina de Ouro” (Ática), um bom exemplar do portfólio infantojuvenil da autora paulista. Não perca a próxima etapa deste estudo sobre a literatura de Maria José Dupré. Até domingo!


Gostou da seleção de autores e de obras do Desafio Literário? Que tal o Blog Bonas Histórias? Seja o(a) primeiro(a) a deixar um comentário aqui. Para saber mais sobre as Análises Literárias do blog, clique em Desafio Literário. E não deixe de curtir a página do Bonas Histórias no Facebook.

A Editora Pomelo é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
A Dança & Expressão é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
Eduardo Villela é Eduardo Villela é book advisor e parceiro do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
BonaBelle Design & Organização é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
A Epifania Conteúdo Inteligente é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
Keli Quitutes

Bonas Histórias

O Bonas Histórias é o blog de literatura, cultura e entretenimento desenvolvido por Ricardo Bonacorci desde 2014. Com um conteúdo multicultural (literatura, cinema, música, teatro, exposição e gastronomia), o Blog Bonas Histórias analisa as boas histórias contadas no Brasil e no mundo.

bonashistorias.com.br

Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 39 anos e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

Bonas Histórias | blog de literatura, cultura e entretenimento | bonashistorias.com.br

Blog de literatura, cultura e entretenimento