• Ricardo Bonacorci

Livros: Orlando - O romance satírico de Virginia Woolf


Nesta semana, li “Orlando” (Penguin), o quarto livro de Virginia Woolf do Desafio Literário de julho. As três obras anteriores analisadas no Bonas Histórias foram “A Viagem” (Novo Século), a estreia da autora na ficção, “Mrs. Dalloway” (L&PM Pocket), seu título mais famoso, e “Passeio ao Farol” (Rio Gráfica), o drama mais autobiográfico da inglesa. No post de hoje, falemos exclusivamente de “Orlando”, o sexto romance da carreira desta escritora que revolucionou a literatura inglesa na primeira metade do século XX.


Quem achou difíceis as leituras de Virginia Woolf até aqui, com seus intrincados e intermináveis fluxos de consciência que abocanham quase toda a narrativa, trago uma boa nova. “Orlando” é o livro de Woolf mais fácil de ser apreciado pelo público em geral. Afinal, sua trama tem mais ações, há um conflito rapidamente identificável e os fluxos de consciência ficam em segundo plano, isso é, quando aparecem. Ufa! Por isso, não tenha medo de adentrar nas páginas desta obra. Na certa, você sairá surpreso com a originalidade desta história e com a coragem de sua escritora para propor algo tão singular e para frente do seu tempo. Não por acaso, esse é um clássico do Modernismo que se mantém atualíssimo.


Publicado em outubro de 1928, “Orlando” foi produzido velozmente (em apenas cinco meses) e de maneira despretensiosa (a ideia inicial não era lançá-lo comercialmente). Este romance histórico faz sátiras bem-humoradas às biografias, tipo de livro que Virginia Woolf conhecia tão bem (ela os lia desde a juventude). Além disso, esta obra apresenta críticas corajosas às diferenças de gênero/sexo (masculino e feminino). A partir da reconstrução da trajetória da família de sua amante, Vita Sackville-West, Woolf criou um(a) protagonista que sofre uma transmutação sexual (um homem que aos trinta anos vira biologicamente uma mulher). Não é preciso dizer que há um forte componente fantástico nesta trama, né? Sob qualquer ponto de vista, este romance possui elementos mais próximos aos livros do século XXI do que às das obras dos anos 1920.


Com um enredo tão inusitado, “Orlando” se transformou rapidamente no maior sucesso comercial de Virginia Woolf. Ele superou o romance anterior, “Passeio ao Farol”, até então detentor da primeira posição do ranking dos títulos woolfianos mais vendidos. De tão popular, a história de “Orlando”, um best-seller na Inglaterra e nos Estados Unidos desde o seu lançamento, foi adaptada para o cinema e para os palcos no final do século XX. Ou seja, trata-se de um caso de sucesso instantâneo que foi se tornando mais e mais valorizado à medida que o tempo foi passando.

Virginia Woolf teve a ideia de escrever “Orlando” em março de 1927. Naquele momento, “Passeio ao Farol” estava na gráfica sendo impresso e a autora já pensava no que iria produzir dali em diante. A proposta era criar um romance a partir do conto “The Jessamy Brides”. A nova obra seria uma homenagem à Vita Sackville-West, poetisa com quem Virginia tinha um affair. As duas escritoras eram casadas com seus respectivos maridos, todos membros do grupo literário Bloomsbury, mas mantinham um relacionamento homossexual. Se Virginia Woolf possuía uma vida afetivo-sexual para lá de insossa, Vita Sackville-West, por outro lado, colecionava há anos amantes de ambos os sexos em vários lugares do mundo. Não é surpresa, portanto, encontrar o nome da Sra. V. Sackville-West na dedicatória do livro de Woolf.


O texto de “Orlando” começou a ser escrito efetivamente em outubro de 1927. O(a) protagonista do livro, o(a) tal Orlando do título, era o alter ego de Vita (e de suas antepassadas). Por cartas, Virginia avisou sua amante da nova empreitada literária. Obviamente, Vita Sackville-West ficou encantada e, por que não, emocionada com a homenagem.


Para Virginia Woolf, mais importante do que publicar Orlando, era se divertir em seu processo de produção (além de agradar Vita, é claro). Por isso, a opção por uma narrativa menos densa, menos séria e menos exigente do ponto de vista intelectual. E assim, a escritora trabalhou por cinco meses. Em março de 1928, a obra estava finalizada. Somente quando Leonard Woolf, marido de Virginia, leu os originais de “Orlando”, a escritora passou a acalentar a proposta de publicá-lo. Leonard achou o livro sensacional, o melhor que sua esposa já tinha escrito. Para ele, um texto como aquele precisava ir sem dúvida nenhuma para a gráfica e, depois, para as livrarias. Todos aqueles que leram os originais de “Orlando” depois do Sr. Woolf tiveram a mesma opinião. Com a aprovação geral dos amigos e dos editores, o livro foi lançado na Inglaterra e nos Estados Unidos no final do ano de 1928.


Sucesso retumbante de crítica e de público, “Orlando” gerou uma pequena fortuna para a família Woolf. Não que eles precisassem tanto de dinheiro, já que tinham uma vida confortável em Londres e outros empreendimentos literários, como a Hogarth Press, editora fundada onze anos antes. Contudo, saber que estava tendo êxito na literatura ficcional era um prazer indescritível para Virginia Woolf, uma fervorosa incentivadora do ingresso das mulheres nas artes. Ela também encorajava suas contemporâneas a investir no desenvolvimento de carreiras profissionais (algo até então polêmico). Assim, além do retorno financeiro, “Orlando” mostrou à escritora inglesa que ela deveria continuar denunciando explicitamente, em seus trabalhos, o machismo da sociedade da época. Este romance tinha sido, até aquele momento, a manifestação mais incisiva de Woolf em relação ao Feminismo.

Seus livros ficcionais anteriores até tratavam desse tema, mas ele ficava em segundo plano. Os dramas pessoais e familiares de protagonistas abaladas por tragédias e por surtos psicológicos/depressivos é o que acabava ficando no cerne das narrativas iniciais da autora. Isso mudou completamente com o êxito de “Orlando”. Já no ano seguinte, Virginia publicaria “Um Teto Todo Seu” (Tordesilhas) e, em 1938, “Três Guinéus” (Autêntica), dois ensaios feministas marcantes até hoje. Nascia, dessa maneira, um dos principais ícones do Feminismo mundial. Ao mesmo tempo, Virginia Woolf conseguia enterrar, por ora, seus pesadelos do passado (infância e juventude).


A história de “Orlando” inicia-se em 1586. O jovem Orlando é um rapaz de dezesseis anos, bonito, sonhador e apaixonado pela literatura. Vivendo na propriedade interiorana de sua família, composta essencialmente por nobres guerreiros da monarquia inglesa, ele gosta de passar o dia escrevendo aventuras de reis e rainhas e de conquistas em terras estrangeiras.


Certo dia, a Rainha Elizabeth visita aquela propriedade e fica encantada com os trejeitos e com a beleza de Orlando. Por isso, dois anos depois, quando ele completa dezoito anos, ela o convida para ir à Whitehall. Lá, a monarca nomeia o jovem para o posto de tesoureiro e senescal/mordomo. É o início da carreira de Orlando junto à corte inglesa, em Londres. Direta ou indiretamente, ele estaria próximo, nos anos seguintes, às majestades que vieram depois da Rainha Elisabeth: Rei James, Rei Carlos, Rainha Ana, Rainha Vitória e Rei Eduardo.


A vida tranquila e abastada de Orlando no meio da aristocracia britânica, contudo, não demorou para apresentar suas primeiras frustrações. O primeiro abalo sensível ocorreu com o surgimento de Sasha, uma princesa russa. Durante a visita diplomática da bela moça ao Reino Unido, Orlando se apaixonou perdidamente pela estrangeira. Mesmo estando noivo de Lady Margaret, uma respeitada dama de sua corte, ele não pensou duas vezes em iniciar um tórrido romance com Sasha. Porém, a princesa russa fugiu inexplicavelmente certa noite, deixando o rapaz com o coração despedaçado.


Logo depois, Orlando se sentiu traído pelo poeta Nicholas Greene. Após a estadia de Greene na propriedade de Orlando no interior do país por várias semanas, o anfitrião confidenciou ao então amigo-visitante um manuscrito com vários poemas de sua autoria. Aqueles versos estavam sendo confeccionados desde a sua juventude. Orlando queria publicá-los e, para tal, pediu a opinião do experiente poeta, alguém mais capacitado e com uma visão mais crítica do processo literário. Nicholas Greene não apenas não gostou do que leu como ridicularizou Orlando em público. Ele divulgou na imprensa um artigo em que fazia chacota do material recebido, deixando claro o quão ruins eram os textos do jovem.

Desiludido com tudo e todos, Orlando aceitou o convite do Rei Carlos para ser embaixador em Constantinopla. Assim, ele deixou a Inglaterra e foi viver na Turquia por alguns anos. Rapidamente, o rapaz, agora com trinta anos, se tornou um ótimo diplomata, respeitado tanto em sua terra natal quanto no novo país. A vida estava tranquila e serena no exterior quando Orlando padeceu de uma estranha enfermidade.


Durante sete dias e sete noites, ele ficou com febre altíssima. Preso à cama, nada parecia capaz de curá-lo. Os turcos e os profissionais da embaixada inglesa já estavam esperando o pior quando, inexplicavelmente, Orlando acorda curado. Contudo, ao se levantar completamente são, uma coisa tinha mudado: seu corpo. Ao invés de homem, ele/ela ressurgia como uma mulher. Uma bela mulher, diga-se de passagem.


Começa, dessa maneira, a segunda parte da vida do(a) protagonista do romance de Virginia Woolf, agora como uma dama inglesa. No novo corpo, Orlando segue a vida normalmente (continua acalentando o sonho de ser uma poetisa), como se uma transmutação sexual fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Além disso, as pessoas que estão ao seu redor aceitam tranquilamente o seu novo gênero.


De início, Orlando vive com os ciganos no deserto turco. Alguns anos mais tarde, ela embarca no Enamoured Lady e volta para sua propriedade no interior da Inglaterra. Tempos depois, a moça parte para Londres. Sempre sob a nova condição (mulher e não homem), Orlando precisará encarar novos desafios e dissabores para encontrar a felicidade pessoal, profissional, conjugal e familiar, além de se consolidar como uma importante escritora da sua época.


A trama percorre os séculos XVI, XVII, XVIII e XIX, desembocando no início do século XX. Curiosamente, após quase 350 anos, Orlando só envelheceu vinte anos. Se no começo do romance, em 1586, ele era um rapaz de dezesseis anos, no final da narrativa, em outubro de 1928, ela era uma mulher de trinta e seis aninhos. Parte da graça do livro está nesse descompasso temporal.


“Orlando” possui 344 páginas. Além dos seis capítulos do romance, a edição brasileira da Penguin, selo da Companhia das Letras, traz o prefácio original de Virginia Woolf, uma introdução de Sandra M. Gilbert, que ficou responsável também pelas notas explicativas do romance, e um artigo final de Paulo Mendes Campos. Para completar, há uma rápida apresentação da escritora, do tradutor e dos críticos literários chamados para analisar esta obra. A tradução para o português brasileiro ficou à cargo de Jorio Dauster.

Este é o segundo livro mais volumoso de Woolf deste Desafio Literário. Em extensão, ele só perde para “A Viagem” (e seus intermináveis 500 e tantas páginas). O que explica, em parte, o tamanho acima do normal de “Orlando” é a quantidade de páginas dedicadas à introdução, ao prefácio, ao posfácio, às notas explicativas e à apresentação dos profissionais envolvidos neste texto. Se considerarmos somente o romance propriamente dito (seus seis capítulos), ele deve ocupar pouco mais de 60% da publicação. Levei dois dias para concluir essa leitura. Iniciei o livro na terça-feira à tarde e cheguei à sua última página na quarta-feira à noite.


Narrado pelo(a) biógrafo(a) de Orlando, este romance de Virginia Woolf apresenta, evidentemente, duas linhas temporais bem distintas – a vida do(a) protagonista (percorrida em apenas 20 anos) e a história humana (estendida em quase três séculos e meio de duração). O tom fantástico da obra está justamente na equiparação dessas duas cronologias tão desconectadas.


São três os pontos principais de “Orlando”: (1) a construção da biografia do(a) protagonista a partir da história real de Vita Sackville-West e de seus antepassados; a sátira inteligente ao gênero biográfico e à literatura como um todo; e a apresentação das crítica diretas ao sexismo da sociedade inglesa.


Em relação ao primeiro aspecto, Virginia Woolf criou uma trama ficcional embasada em elementos reais da trajetória de sua amante e dos familiares dela. Isso fica evidente nas notas de rodapé produzidas por Sandra M. Gilbert. As notas de rodapé são, por falar nisso, um capítulo à parte deste livro. Elas são maravilhosas. É impossível deixá-las de lado. Fazia muito tempo que não via uma obra em que as observações do tradutor ou do analista literário fossem tão boas quanto o texto do autor.


Nota-se, pelos apontamentos de Gilbert, que nada é por acaso nesta trama. Woolf fez uma profunda pesquisa histórica e biográfica sobre os Sackville-West para construir seu romance. Assim, este título tem um pé na ficção e outro na realidade. Tudo em “Orlando” tem um sentido e uma lógica. Não apenas os fatos históricos são atestados realmente como muitas personagens são verídicas (famosas e não famosas). A identificação do elo entre os dois mundos (real e ficcional) é feita nas notas explicativas de Gilbert ao longo das páginas do romance. Por isso, elas são tão incríveis.

Ao mesmo tempo em que respeita às bases da biografia, Virginia Woolf tece uma sátira mordaz a este tipo de gênero narrativo. O tom pejorativo pode ser identificado desde as primeiras páginas de “Orlando”. Nada escapa ao humor ácido da inglesa, que sempre criticou a construção de perfis biográficos – geralmente textos que enaltecem figuras masculinas como se eles fossem super-heróis. Além disso, a autora brinca o tempo inteiro com as contradições e as peculiaridades da literatura e da poesia. Orlando sempre quis ser poeta/poetisa e padece por isso. Em uma narrativa profundamente metalinguística, Virginia Woolf ridiculariza não apenas o processo criativo dos autores como a crítica literária em geral. Nesse caso, a personagem que melhor representa os paradoxos desta arte é Nicholas Greene. Ele é hilário!


Enquanto desenvolve a biografia de Orlando/Vita/Sackville-West e critica a literatura como um todo, Woolf também apresenta um ataque explícito ao sexismo da sociedade inglesa. Orlando só entende verdadeiramente as agruras do machismo, os efeitos da misoginia e as deficiências do patriarcalismo quando precisa encarar o mundo na pele/corpo de uma mulher. Aí tudo se torna mais complicado. O simples passeio noturno pela cidade, a conversa com um estranho, a recepção de uma visita em casa e o ato de escrever alguns versos em um papel se tornam atividades extremamente polêmicas. O machismo da sociedade inglesa e ocidental ao longo dos últimos séculos fica bem evidenciado, no texto do livro, quando Orlando, já transmutado em uma moça, vai viver com os ciganos nos descampados da Turquia. Lá, ela não nota qualquer diferença entre ser homem e mulher. Porém, assim que embarca em um navio para a Europa, Orlando sente todo o peso do novo sexo.


Obviamente, a base do conflito de “Orlando” está na mudança sexual do(a) protagonista. Porém, é interessante notar que a narrativa está toda ela estruturada no conjunto de desilusões sofridas por Orlando ao longo da vida. Em cada frustração, ele caminha em sentido oposto ao seu drama mais recente. É assim, por exemplo, com o bucolismo interiorano, a vida esplendorosa na corte inglesa, o amor de Sasha, a intenção de produzir literatura/poesia, o desapreço pela humanidade, a rotina de solidão/reclusão, as contradições do mundo civilizado, as particularidades da sociedade machista e a condição de solteirice. Nesse sentido, a mudança de sexo é só uma das muitas alterações radicais da vida polarizada da personagem principal do livro (alguém aí falou o termo bipolar, hein?).

Não dá para ficar indiferente ao texto cômico deste romance. Pela primeira vez na carreira, Woolf se mostra bem-humorada, capaz de lances realmente divertidos. Seu humor é do tipo inteligente. Ora sutil, ora irônica, ela satiriza a androgenia, as diferenças entre os sexos, a passagem do tempo (às vezes lenta, às vezes veloz) e o universo artístico (crítica literária e produção literária). Sob esse aspecto, as linhas iniciais de “Orlando” são primorosas. Se você não quiser ler o livro inteiro, ao menos veja seus primeiros parágrafos. Eles realmente valem a pena (na verdade, a obra inteira vale a pena...). Outras passagens marcantes e engraçadíssimas são: a explicação de Orlando aos amigos ciganos de como funciona a sociedade inglesa/capitalista; o momento de transmutação sexual do(a) protagonista; e as críticas imutáveis de Nicholas Greene sobre as diferenças entre a literatura contemporânea e a literatura clássica.


Gostei também do panorama histórico apresentado durante a narrativa. Assistimos ao desenvolvimento humano e tecnológico da Idade Média (Período Elizabetano) à Modernidade. Enquanto acompanhamos à tragicomédia pessoal de Orlando, vemos a sucessão de reis e rainhas ingleses subindo e descendo do trono, sem que com isso a estrutura social fosse alterada. Como romance histórico, “Orlando” apresenta uma narrativa redondinha, redondinha.


“Orlando” não é o melhor livro de Virginia Woolf. “Mrs. Dalloway” e “Passeio ao Farol”, os dois romances anteriores da autora, são superiores em vários aspectos. Mesmo assim, são inegáveis as qualidades de “Orlando”. Seu principal mérito, na minha opinião, foi ter abordado temas importantes da nossa sociedade na literatura comercial. E isso foi feito de um jeito leve, divertido e inteligente. Chega a ser assustador como o texto deste livro é moderno. A impressão que tive durante sua leitura é que a autora acabou de escrevê-lo.


Com a publicação de “Orlando”, Virginia Woolf, então com 46 anos, provava ser uma das vozes mais originais e competentes da literatura mundial naquele momento da história. A década de 1920 representou seu auge artístico. No final de 1928, ela colecionava seis romances de sucesso, vários ensaios e artigos críticos reverenciados pela comunidade literária e uma editora de destaque no Reino Unido.


Na próxima terça-feira, dia 21, o Desafio Literário prosseguirá com a análise do quinto e penúltimo livro de Virginia Woolf deste mês. A nova obra a ser debatida no Bonas Histórias será “Um Teto Todo Seu” (Tordesilhas). Lançado em 1929, este ensaio feminista foi produzido a partir de duas palestras conferidas por Woolf em escolas femininas de Cambridge. Continue acompanhando o melhor da literatura de Virginia Woolf no Desafio Literário de julho!


Gostou da seleção de autores e de obras do Desafio Literário? Que tal o Blog Bonas Histórias? Seja o(a) primeiro(a) a deixar um comentário aqui. Para saber mais sobre as Análises Literárias do blog, clique em Desafio Literário. E não deixe de nos acompanhar nas redes sociais – Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn.

A Editora Pomelo é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
A Dança & Expressão é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
Eduardo Villela é Eduardo Villela é book advisor e parceiro do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
BonaBelle Design & Organização é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
A Epifania Conteúdo Inteligente é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
Keli Quitutes

Bonas Histórias

O Bonas Histórias é o blog de literatura, cultura e entretenimento desenvolvido por Ricardo Bonacorci desde 2014. Com um conteúdo multicultural (literatura, cinema, música, teatro, exposição e gastronomia), o Blog Bonas Histórias analisa as boas histórias contadas no Brasil e no mundo.

bonashistorias.com.br

Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 39 anos e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

Bonas Histórias | blog de literatura, cultura e entretenimento | bonashistorias.com.br

Blog de literatura, cultura e entretenimento