• Ricardo Bonacorci

Análise Literária: Stephen King


Neste mês, analisei cinco obras de Stephen King: "Carrie, a Estranha" (Suma de Letras), "O Iluminado" (Suma de Letras), "A Dança da Morte" (Suma de Letras), "À Espera de um Milagre" (Suma de Letras) e "Sob a Redoma" (Suma de Letras). Os posts com as análises de cada um desses livros podem ser acessados no Blog Bonas Histórias. Também deixei esses links aqui neste post para quem quiser se aprofundar nos estudos desse autor e destas cinco publicações.

Sei que a necessidade de se escolher apenas cinco obras para esta análise acaba naturalmente deixando uma infinidade de grandes livros de King de fora. Os fãs do escritor que me desculpem. Saibam que eu também fico com o coração partido por não incluir nesta lista "It - A Coisa" (Suma de Letras), "Christine" (Suma de Letras) e, principalmente, a série "Torre Negra" (Suma de Letras). Quem sabe eu não opte, em outro momento, por deixar a "Torre Negra" como escopo de um estudo à parte. Afinal, os oito livros desta série merecem um mês de análise só para eles.

Admito, também, que falar de Stephen King é especial para mim. Desde a minha adolescência, ele é meu escritor favorito. Eu e minha irmã não perdíamos nenhuma de suas publicações nem os lançamentos de suas histórias no cinema. Lembro-me da empolgação em minha casa quando descobríamos algo novo sobre o autor e suas tramas misteriosas.

Por isso, antes de iniciar este Desafio Literário, eu já havia lido, em algum momento da minha vida, todos os livros que aqui estamos discutindo. Esta, portanto, é a grande diferença desta versão do Desafio Literário de outubro. Enquanto nas outras edições eu precisei ler a maioria das obras dos escritores analisados, dessa vez meu trabalho foi de rememorar as histórias e suas características. Esse trabalho me foi facilitado, reconheço, porque Stephen King é tema de um curso que ministro regularmente na The Open Mind School, escola de cursos livres que aborda temas como Cultura e Literatura.

Chega de lenga-lenga e vamos para o que realmente interessa: a análise literária!

Considerado um dos principais escritores de horror fantástico de sua geração, Stephen King é aclamado pelo público e se tornou um dos autores mais populares da atualidade. Seus livros atingiram a incrível marca de 350 milhões unidades vendidas no mundo todo. Muitas de suas histórias foram depois adaptadas ao cinema, transformando-se em blockbusters e em importantes ícones da cultura popular.

Atualmente com 68 anos, Stephen é casado com a também escritora Tabitha Spruce. Ambos possuem três filhos e moram em Maine, nos Estados Unidos. Multimilionário, o escritor passou nas últimas décadas por sérios problemas pessoais. Ele foi internado em uma clínica de reabilitação para curar seu antigo vicio pela bebida e pelas drogas. O autor também foi vítima de um atropelamento que quase abreviou sua vida.

Stephen nasceu em 1947, na cidade de Portland, Maine. Seu pai abandonou a família quando o menino tinha apenas dois anos de idade. Assim, o pequeno Stephen e o irmão mais velho e adotivo, David, ficaram sob os cuidados apenas da mãe. A matriarca precisou se virar para criar os dois garotos. Eles se mudaram várias vezes de cidade e passaram por algumas privações. Na infância, o principal acontecimento do menino Stephen foi ter presenciado um acidente de trem com um amigo seu. O fatídico episódio que matou o amiguinho pode ter influenciado o lado negro e fantasmagórico do escritor (algo negado pelo próprio autor em suas entrevistas).

Na pré-adolescência, após pegar uma doença que o obrigou a ficar alguns meses de cama, Stephen King se tornou um leitor voraz. Preso no leito (e mesmo depois de curado), ele lia todo tipo de narrativa. Sua preferência, obviamente, estava nas histórias de terror dos quadrinhos EC Comics, importante editora deste gênero. Ele também gostava de ver filmes de horror no cinema e na televisão. Desde cedo, o garoto, com a ajuda do irmão David, escrevia histórias fantástica. A dupla chegou a vender algumas destas tramas escritas por Stephen na escola para os coleguinhas. Aflorava aí o lado escritor do rapaz tímido e introspectivo.

Stephen King se formou em Inglês na Universidade do Maine. Foi durante seu curso universitário que o escritor conheceu sua futura esposa, Tabitha. O amor pela literatura uniu o jovem casal. Quando ainda estavam na universidade, Tabitha engravidou. Stephen não pensou duas vezes e se casou com a moça imediatamente.

Para sustentar a família, King dava aulas de inglês em escolas locais e trabalhava em uma lavanderia. Ele também vendia contos de terror para revistas masculinas, o que ajudava no orçamento familiar. Até então, o autor jamais havia pensado em escrever romances. Para ele, este tipo de gênero dava muito trabalho e não era tão lucrativo como as narrativas curtas.

Por insistência de Tabitha, que pegou a parte inicial de "Carrie, a Estranha" literalmente da lata de lixo e obrigou o marido a prosseguir na história, Stephen finalizou seu primeiro romance. Publicado em 1974, rapidamente a trama da menina que tinha poderes telecinéticos (de movimentar objetivos através da mente) caiu no gosto popular, se transformando em sucesso editorial. Dois anos mais tarde, Brian de Palma adaptou "Carrie, a Estranha" para sua primeira versão cinematográfica (depois viram outras). O novo sucesso, desta vez, nas telas, aumentou ainda mais a visibilidade do jovem Stephen King.

Diferente do que a crítica literária aponta, não considero "Carrie, a Estranha" como sendo um livro de terror. Vejo-o mais como sendo uma obra de suspense. Como a personagem principal e heroína Carrie é quem possui dons excepcionais, não podemos considerar que ela vá fazer o mal (apesar de aprontar muitas destruições e mortes). Por isso, não há terror e sim suspense durante a narrativa. Se fossem as vilãs (neste caso, a mãe de Carrie e a colega da menina na escola, Chris Hargensen) que tivessem os poderes telecinéticos, aí sim seria um livro de terror.

O livro seguinte, "O Iluminado", representou novo sucesso editorial e nova adaptação para o cinema, desta vez pelas mãos de Stanley Kubrick. A história narra os destemperos emocionais de Jack Torrance, que é enviado com sua família para cuidar de um hotel abandonado durante o período de inverno nas gélidas montanhas do Colorado.

Esta sim é uma obra de terror. O hotel, por si só, é o ambiente ideal para os acontecimentos sobrenaturais e fantasmagóricos relatados na trama. Jack Torrance também se torna, em determinado momento da narrativa, o grande vilão, disposto a matar a esposa e o filho pequeno. Sem ninguém para recorrer, Wendy (a esposa) e Danny (o filhinho) precisam encarar os fantasma do passado do hotel e a insanidade de Jack para sobreviverem. É ou não é uma bela história de terror, hein? Claro que é!

O "Iluminado" é um livro mais bem acabado do que "Carrie, a Estranha". Mesmo assim, ele não foge do estilo popular que caracterizou seu autor ao longo dos anos. A linguagem continua sendo direta e simples. King é adapto da objetividade e não faz rodeios para contar a história. Ele se utiliza de recursos convencionais e sua literatura não é das mais requintadas. O seu grande mérito é criar um clima de suspense que prende o leitor nas páginas do livro. Seus personagens também são muito bem construídos, exalando complexidade e alguma dubiedade. O melhor exemplo é Jack Torrance. Ao mesmo tempo em que ele é o vilão (e por isso não torcemos para ele em alguns momentos), Jack age de forma maléfica por causa dos espíritos maus que habitam o hotel (portanto, o zelador não tem culpa e, assim, acabamos torcendo por ele para vencer os fantasmas que o influenciam negativamente).

É possível perceber muitas semelhanças entre esta e a obra anterior do escritor: o personagem principal é uma criança (ou adolescente, no caso de Carrie) com poderes psíquicos; um dos pais (sempre um louco) é o causador dos problemas do filho (no caso de Carrie, era a mãe a causadora dos problemas); as habilidades incomuns do personagem principal são encaradas como um fardo e não uma dádiva; e o ambiente no qual a criança está é perigoso e agressivo (o hotel para Danny e a escola para Carrie). Se formos analisar, a estrutura das duas obras é muito parecida. A base das histórias e a estrutura narrativa é a mesma.

Ainda na década de 1970, Stephen King publicou "A Dança da Morte". Aclamado por muitos como sendo a melhor obra deste escritor e considerado pelo próprio autor como seu livro favorito, "A Dança da Morte" é um envolvente romance pós-apocalíptico. A história se passa nos Estados Unidos e descreve um mundo devastado por uma misteriosa praga que exterminou 99,9% da população do planeta.

O que impressiona logo de cara neste livro é o seu tamanho. São mais de mil e duzentas páginas. Li esta romance no meio do ano passado. Demorei quase um mês para concluí-lo. Aproveitei minhas viagens de ônibus por Minas Gerais para percorrer as intermináveis páginas desta publicação.

O lançamento original de "A Dança da Morte" foi no ano de 1978, logo após a publicação de "O Iluminado". Curiosamente, a editora norte-americana responsável pela edição obrigou, naquela época, Stephen King a cortar mais da metade do livro. "A Dança da Morte" precisava ficar em um tamanho mais condizente com o padrão editorial em voga. Afinal, quem seria o louco de comprar um livro com tantas páginas?! Foi com muito pesar que o escritor retirou mais de 150 mil palavras daquela versão.

Apenas em 1990, King, agora um dos escritores de maior sucesso mundial e com poder para impor algumas exigências à editora, pode finalmente lançar a história exatamente como pretendia (ou seja, gigantesca). A edição ampliada ganhou as 500 páginas que foram inicialmente suprimidas e mais algumas centenas que seu autor acrescentou na revisão. O livro ficou "mais completo" segundo a definição do seu autor. Realmente, Stephen King estava certo. A nova versão ficou incrível! Quem tiver fôlego para este tipo de leitura, vale muito a pena. Em minha opinião, esta é a melhor história do norte-americano.

"A Dança da Morte" não é um romance convencional. Ela é na verdade uma saga. A quantidade de personagens é absurda. O tempo inteiro está acontecendo alguma coisa com alguém. As histórias paralelas são tão interessantes quanto a trama principal. A narrativa do livro vai crescendo e melhorando à medida que a história vai ficando clara para o leitor (no começo é uma confusão dos diabos!).

O que diferencia "A Dança da Morte" das obras precedentes é o seu aspecto político e sua análise social. À medida que as pessoas do planeta vão morrendo (uma gripe é a causadora da hecatombe), o governo até então constituído vai perdendo força até desaparecer por completo. A saúde, a segurança e a educação públicas, as leis, a ordem e a civilidade desaparecem. Roubos, estupros e assassinatos passam a vigorar em uma terra sem ordem. Praticamente assistimos as teorias sociais de Thomas Hobbes se materializarem diante dos nossos olhos. A humanidade, de certa forma, regride ao seu Estado Natural. Aí está a graça do livro.

Com os sucessos destes três romances, Stephen King se transformou, no final da década de 1970, em um dos mais populares escritores norte-americanos da sua geração e um dos principais do gênero de terror de todos os tempos. Por mais que tentasse desvincular do rótulo de "Mestre do Terror" nos anos seguintes, ele jamais conseguiu. Para o público leitor, King sempre será o escritor de histórias fantásticas e ponto final.

King é um escritor prolífico. Ao longo de seus 40 anos de carreira, ele escreveu aproximadamente 80 livros. Ou seja, são aproximadamente dois por ano, uma marca realmente incrível. Na década seguinte, vieram "Christine" e "It - A Coisa". Nos anos de 1990, os destaques ficaram por conta de "À Espera de Um Milagre", "Jogo Perigoso", "Eclipse Total" e "Saco de Ossos".

"À Espera de Um Milagre" é o meu livro favorito de King. Diferentemente da maioria das suas obras, nesta Stephen procurou emocionar o leitor sem apelar ao terror e às cenas de mortes, violência, destruição e sangue. Este romance, que nada tem de horror, possui forte carga de suspense e comove com um belo drama existencial. O enredo é sobre um homem que adquire um dom sobrenatural que ao mesmo tempo em que traz benefícios também traz sérios problemas. É nesta história que podemos conferir todo o talento do escritor.

Ambientada na década de 1930, "À Espera de Um Milagre" também pode ser classificado como um romance de época. Além de a história ser muito boa, os personagens são riquíssimos e muitíssimo bem construídos. A forma de escrita da obra também merece destaque. Ela parece mais bem trabalhada do que normamente encontramos em outros livros do autor. Com um pouco de esforço, há quem encontre uma beleza poética nesta trama.

Além disso, temos um elemento totalmente novo aqui: as lágrimas. Sim! Stephen King é capaz de fazer seu leitor chorar. Por mais que a história também tenha a magia, o sobrenatural e a fantasia, marcas do autor, há também uma forte carga dramática que emociona verdadeiramente o público. Assim, aqueles possuidores de almas mais sensíveis preparem os lenços de papel porque a chance das lágrimas brotarem é grande.

Nos anos 2000, o escritor concluiu, com o lançamento de quatro dos oito livros, a série "Torre Negra". A coleção foi iniciada em 1982 com o livro "O Pistoleiro". É desse período também "Sob a Redoma", um grande romance de ficção científica ao estilo de "A Dança da Morte", mas com um viés ecológico. Sua história se passa na pequena cidade norte-americana de Chester, que de repente se vê isolada do mundo por causa do aparecimento de uma redoma gigante e transparente.

A primeira questão que surge nesse livro é o debate é ecológico. "Sob a Redoma" é uma manifestação direta de Stephen King para o tema da sustentabilidade e da importância dos cuidados com o nosso planeta. O mais legal é que esta reflexão sobre a sustentabilidade e o aquecimento do nosso planeta é sutil e pouco ideológica. Ela está inserida no meio da trama sem nenhuma ênfase a este tema. Não há, portanto, uma crítica direta ou qualquer debate enfadonho.

Outra questão que permeia toda a história é a briga política e as intrigas entre os habitantes da pequena cidade. Mesmo nos momentos mais críticos, quando era natural se imaginar o apoio de todos às ações coletivas e a integração das pessoas para o bem comum, o que prevalece é o individualismo e a mesquinharia. Ou seja, trata-se de uma contundente crítica aos nossos valores sociais.

Além de romances, King também escreveu livros de não ficção (cinco) e de contos (onze). Também criou um pseudônimo (Richard Bachman) para uma nova leva de histórias. Depois de tentar desvincular-se do pseudônimo por alguns anos, o escritor admitiu sua autoria depois que as suspeitas que era ele por trás de Bachman aumentaram.

Além do portfólio de obras extenso e de grande impacto popular e da vendagem absurda na casa das centenas de milhões de unidades, o grande feito de Stephen King talvez seja o número impressionante de adaptações das suas histórias para o cinema. Acredito que não haja um escritor vivo ou morto com mais livros adaptados à sétima arte. Em uma conta rápida, eu calculei mais de cinquenta filmes produzidos. Nesta matemática, acabei excluindo as séries e os programas televisivos. São ou não são números incríveis?

A primeira característica de Stephen King que me vem à mente vai contra o seu apelido de "Mestre do Terror". Não o considero um escritor do gênero de horror e sim um autor de suspense. Das cinco obras lidas, apenas "O Iluminado" eu classificaria como sendo uma história de terror. As demais, ou são enredos de suspense ("Carrie, a Estranha", "Dança da Morte" e "Sob a Redoma") ou dramas ("À Espera de Um Milagre").

Talvez este apelido e esta característica (ser um autor do gênero de terror) tenham acompanhado por tantos anos o escritor por causa do final de suas histórias. E como é um típico encerramento de uma trama de Stephen King? Ele envolve necessariamente uma catástrofe de proporções bíblicas. Há, portanto, várias mortes, explosões, destruição e sangue para todo o lado. Praticamente não sobra (quase) nada e (quase) ninguém para contar a história. Não é raro sobrarem só um ou dois personagens vivos no final.

O encerramento também tem um aspecto catártico, com os personagens liberando seus sentimentos e suas emoções de maneira escancarada. King também não faz nenhum tipo de concessão em seus finais. Eles não seguem, geralmente, o final feliz hollywoodiano, com tudo dando certo e cada um vivendo "feliz para sempre". Por isto, não se surpreenda com o que pode acontecer. Tudo pode acontecer! E normalmente, o final é trágico. O escritor é chegadinho em uma tragédia espetacular.

Outra característica marcante é a linguagem simples e direta utilizada pelo escritor. King escreve de maneira clara e objetiva, não fazendo rodeios para contar suas histórias. Ele se vale de recursos convencionais e sua literatura não é das mais requintadas. Às vezes, temos a sensação que o texto é de baixa qualidade. O excesso de coloquialismo e a escolha de expressões populares reforçam essa sensação.

Stephen King é muito associado a livros volumosos. O autor gosta de escrever e escreve bastante. Não é incomum encontrarmos obras com mais de mil páginas. Por isso, tenha fôlego para encarar qualquer um dos seus livros. Se você encontrar uma publicação com "apenas" 300 ou 400 páginas, fique feliz: você irá ler um Stephen King econômico nas palavras.

O grande mérito de Stephen King, a meu ver, está em criar histórias envolventes e interessantes, em um clima de suspense e de mistério que prende o leitor. Sua narrativa é bem dinâmica. Sempre está acontecendo alguma coisa diferente com alguém. Há geralmente ótimas cenas e personagens marcantes. Seus protagonistas são muito bem construídos, exalando certa complexidade psicológica e alguns poderes especiais. O lado negativo é que os personagens quase não possuem dubiedade. Ou eles são bonzinhos ou são vilões. Desde o início já sabemos qual o papel deles na trama.

Definitivamente, os diálogos não são o forte deste autor. King acaba priorizando as descrições aos debates. Os acontecimentos sobrenaturais e, por vezes, fantasmagóricos estão presentes em quase todas as tramas. A magia, o sobrenatural e a fantasia são elementos indispensáveis nas histórias de Stephen King. Esses elementos podem conferir, às vezes, certa infantilidade às tramas.

O principal ponto negativo das obras do norte-americano está relacionado ao maniqueísmo acentuado. As histórias, normalmente, se resumem à disputa entre o bem contra o mal. Geralmente, temos dois grupos antagônicos disputando o poder. Um é formado pelos vilões e o outro pelos mocinhos e mocinhas (os bonzinhos). Esta dicotomia, de tão evidente e manjada, acaba tornando as tramas um pouco previsíveis e um tanto óbvias. É claro que sabemos de antemão para qual lado vamos torcer, expondo os clichês desta alternativa.

Stephen King é daqueles escritores que ou você ama ou odeia. Não existe meio termo. Eu faço parte do primeiro grupo e por isso sou suspeito em afirmar qualquer coisa a respeito dele. E você, faz parte de qual grupo?

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Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 39 anos e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

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