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Gastronomia: Pizzaria Paulino - O que fizeram com a minha pizza?!


Quem mora na cidade de São Paulo e tem família de origem italiana sabe que um programa obrigatório de final de semana é comer pizza. Não é possível passar o sábado ou domingo sem provar uma bela redonda. Com essa obrigação moral, cívica, genética e culinária, fui hoje à noite na Pizzaria Paulino, em Perdizes, uma das mais tradicionais pizzarias da capital paulista.

Fundada na década de 1940 por Nilson Paulino de Macedo e sua esposa Maria Aparecida de Macedo, filhos de imigrantes, a Pizzaria Paulino chegou a ter vários estabelecimentos espalhados por São Paulo (Rua Pamplona na Bela Vista, Av. Rebouças no Jardim Paulista, Av. Cerro Corá na Lapa, Rua João Ramalho em Perdizes, Av. Santo Amaro em Santo Amaro, Av. Adolfo Pinheiro em Santo Amaro, Rua das Rosas na Vila Mariana, Rua Antônio de Barros e Rua Tomé Alves no Tatuapé, Rua das Rosas na Vila Mariana e Av. dos Autonomistas em Osasco). Atualmente são apenas quatro unidades da rede (Perdizes, Campo Belo, Pinheiros e Chácara Santo Antônio). A fama da Pizzaria Paulino foi conquistada por ela oferecer uma pizza saborosa em uma massa fina e crocante. Com essa expectativa, adentrei no salão do estabelecimento.

A unidade de Perdizes é grande e confortável. O serviço é adequado. O grande problema, na minha opinião, estava no mais importante: o produto. A pizza recebida (pedimos meia Marguerita e meia Toscana, ao preço de R$ 45,00) veio pobríssima. Praticamente não havia recheio. Como a massa era finíssima e não havia quase recheio por cima, a impressão dada é que não comemos absolutamente nada. O que fizeram com a minha pizza?! Essa era a pergunta a rondar minha mente. Eu prefiro as pizzas de massa média e grossa e com bastante recheio (ao melhor estilo italiano). Mas essa redonda de hoje estava assustadoramente raquítica. Nunca comi, creio eu, uma pizza tão mal recheada como esta. Você precisava ver (e provar) para entender minha decepção.

Não sei o que aconteceu com a Pizzaria Paulino. Suas pizzas estão mais pobres por redução de custo ou foi uma falha pontual? Não tenho a resposta para isso. Sai muito frustrado do estabelecimento. O que adianta um bom ambiente e um serviço correto se o mais importante que é a refeição não vem de acordo com a expectativa do cliente? Não volto tão cedo nesta casa. No próximo final de semana, meu destino será outra pizzaria. Afinal, sem pizza não dá para passar o sábado.

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Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 39 anos e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

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