• Ricardo Bonacorci

Filmes: Sobrenatural, A Origem - O melhor terror do ano


Este sim é um bom filme de terror. "Sobrenatural - A Origem" (Insidious: Chapter 3: 2015) consegue assustar e prender o espectador na poltrona da sala de cinema pelos noventa minutos de duração. Gostei muito deste filme!


Terceiro longa-metragem da franquia "Sobrenatural", a história desta vez se passa antes das duas primeiras ("Sobrenatural" e "Sobrenatural - Capítulo 2"). Há uma ligação entre as histórias, contudo esta trama pode ser considerada como sendo independente das outras (a família Lambert, por exemplo, não aparece aqui, apesar de ser citada). Dessa forma, quem não viu os outros dois filmes da série pode ver este tranquilamente (se bem que para um filme de terror, a palavra "tranquilamente" não seja a mais indicada) sem correr o risco de ficar perdido, não compreendendo a história.


Leigh Whannell foi quem dirigiu a nova produção. Depois de escrever o roteiro e de atuar nos dois primeiros filmes da franquia, Whannell fez sua estreia como diretor. Mais conhecido pela criação e pelo roteiro do espetacular "Jogos Mortais" (em parceria com o incrível malaio James Wan, que desta vez não participa deste longa-metragem), o jovem diretor australiano de 38 anos se saiu muito bem em seu novo "papel". Ele entende do riscado e sabe fazer um bom filme de terror e de suspense.

Lin Sha continua sendo Elise Rainier (a paranormal responsável por salvar as pessoas dos espíritos do mal). E novamente temos Angus Sampson como Tucker e Leigh Whannell como Specks. Entretanto, nesta história, o trio ainda não se conhecia e não trabalhava junto. O papel de moça indefesa e atormentada pelo fantasma ficou a cargo da jovem e bela atriz Stefanie Scott. Ela até que se saiu bem interpretando Quinn, no principal papel de sua carreira até aqui.


Em "Sobrenatural - A Origem", a paranormal Elise Rainier recebe o pedido da adolescente Quinn Brenner para que ela ajude a moça a contatar a mãe que morreu há um ano e meio e que parece estar tentando entrar em contato com a filha. Em uma sessão espírita, Elise descobre que quem está querendo "falar" com a moça é um espírito maligno e não a sua mãe. A paranormal não pode ajudar Quinn a exorcizar o demônio e por isso a moça fica praticamente sozinha em sua casa diante do espírito do mal.


Este não é um filme com um enredo original. Temos nele todos os bons e velhos clichês de um longa-metragem de terror tradicional. Mesmo assim, gostei desta produção. Ela consegue criar uma atmosfera de terror e confere vários sustos. Como sua narrativa foi bem desenvolvida e a trama foi bem filmada (enquadramento preciso, cortes certeiros, ótimo uso dos efeitos sonoros, excelentes cenários, bons figurinos e maquiagem perfeita dos demônios), os méritos do filme se sobressaem à falta de inovação do roteiro.

Os sustos aparecem o tempo inteiro! Admito que em várias cenas, fiquei arrepiado de medo. Além disso, há algumas cenas engraçadas para quebrar um pouco o clima de tensão (principalmente quando a dupla de "caça-fantasmas" Tucker e Specks aparece na história).


Não há dúvida que em se tratando de acabamento da produção, este filme é uma evolução dos dois anteriores. Os efeitos especiais deixaram o longa-metragem ainda mais interessante. Acho que este foi o melhor filme de terror que vi este ano.


Veja o trailer de "Sobrenatural - A Origem":

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Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 39 anos e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

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