• Ricardo Bonacorci

Filmes: Cinco é o Número Perfeito - O thriller noir de Igort

Escrito e dirigido por Igor Tuveri e estrelado por Toni Servillo, o longa-metragem traz para o cinema uma história em quadrinhos de grande sucesso na Itália.

Filme Cinco é o Número Perfeito (5 è il Numero Perfetto: 2019) de Igort

Na última quinta-feira, o 8 ½ Festa do Cinema Italiano de 2021 entrou no ar. Pela segunda vez consecutiva, o festival cinematográfico que traz os principais filmes da Itália é realizado de forma online. De 17 a 27 de junho, 14 produções (11 longas-metragens inéditos no Brasil e 3 títulos antigos da diretora Alice Rohrwacher, a homenageada desse ano) serão exibidas gratuitamente no Looke, uma das plataformas de streaming que todo bom cinéfilo nacional precisa conhecer/ter. Em outras palavras, temos muitas novidades na nova edição do 8 ½ Festa do Cinema Italiano que poderiam render vários posts aqui na coluna Cinema. Contudo, vou tentar sintetizar as boas novas em uma publicação só. Vamos ver se vou conseguir.


Quem frequenta há mais tempo as páginas do Bonas Histórias já sabe que, ao lado do Festival Varilux de Cinema Francês (saudades de ti, Lou de Laâge!), esse é um dos eventos cinematográficos que mais gosto de acompanhar. Em 2020, aprovei a maior parte do cardápio do festival italiano. “Nápoles Velada” (Napoli Velata: 2017), “Desafio de um Campeão” (Il Campione: 2019), “O Rei de Roma” (Io Sono Tempesta: 2018) e “Testemunha Invisível” (Il Testimone Invisibile: 2018), por exemplo, eram ótimos filmes. É verdade que tiveram algumas barcas furadas no meio do caminho, principalmente comédias de gosto duvidoso como “Bendita Loucura” (Benedetta Follia: 2018) e “E Agora? A Mamãe Saiu de Férias!” (10 Giorni Senza Mamma: 2019). Ou seja, por melhor que seja, não existe festival cinematográfico perfeito (ainda mais quando se insere comédias italianas contemporâneas).


Falando novamente da edição de 2021, achei válida a proposta de manter a Festa do Cinema Italiano desse ano longe dos cinemas. Afinal, a pandemia ainda não foi totalmente superada para quem vive abaixo da Linha do Equador (apesar da insistência dos terraplanistas de plantão de tentarem nos convencer que 1 + 1 não é igual a 2). E para completar o quadro desolador (pobre Brasil!), o público ainda não voltou a frequentar as telonas como (d)antes. Digo por mim mesmo – esse ano ainda não pisei em uma sala de cinema (algo que não tenho o menor orgulho de afirmar). Minha última sessão presencial foi em dezembro, quando conferi “Babenco - Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou” (2019).

8 ½ Festa do Cinema Italiano de 2021

Os participantes da edição de 2020 já estão familiarizados com a dinâmica do festival. A única alteração mais substancial do 8 ½ Festa do Cinema Italiano de 2021 é que a maioria dos longas-metragens não está disponível para o público assistir quando quiser (uma das grandes vantagens da última edição; e uma inovação trazida pelo Festival Varilux em Casa). Agora, as sessões são diárias. Elas começam às 18 horas e têm duração de 24 horas. Nesse período, dois filmes inéditos são apresentados de cada vez. Cada título é reprisado, mais tarde, em uma única oportunidade. Confesso que preferia a dinâmica anterior, mas entendo a mudança. Ela força o público a acompanhar com mais assiduidade o catálogo de filmes. Quem é mais procrastinador chegava ao último dia do evento sem ter visto nada ou quase nada.


Nessa nova edição, as únicas produções disponíveis o tempo inteiro são as da seleção de Alice Rohrwacher: “Corpo Celeste” (2011), “As Maravilhas” (Le Meraviglie: 2014) e “Una Canzone – 9x10 Novanta” (2014). Vale a pena dizer que “Omelia Contadina” (2020), o mais recente longa-metragem da diretora, não está disponível full time. Ele foi classificado como uma obra inédita. Portanto, fique de olho nas sessões diárias para não perder nada.


No primeiro dia da Festa do Cinema Italiano de 2021, assisti logo de cara aos dois filmes disponíveis: “Cinco é o Número Perfeito” (5 è il Numero Perfetto: 2019), suspense policial de Igor Tuveri e “As Irmãs Macaluso” (Le Sorelle Macaluso), drama familiar de Emma Dante. Apesar de ter gostado mais do segundo título, que me lembrou muito os romances de Elena Ferrante, a autora que vamos analisar no próximo bimestre no Desafio Literário, optei por analisar o primeiro longa-metragem no post de hoje. Afinal, o enredo dessa produção foi extraído de um graphic novel de Tuveri que se tornou um grande sucesso na Itália. Como estava curioso para conhecer essa história, resolvei assistir ao filme.


Minha ideia é comentar depois e com mais profundidade tanto “Irmãs Macaluso” quanto “A Vida Solitária de Antônio Ligabue” (Volevo Nascondermi: 2020), premiado drama de Giorgio Diritti que será exibido na próxima terça (22) e na sexta-feira (26). Vamos ver se consigo fazer essas análises na coluna Cinema nos próximos dias. De qualquer forma, anote aí para você conferir esses três filmes. Na minha opinião, eles são os melhores dessa edição do 8 ½ Festa do Cinema Italiano.

Igor Tuveri (Igort) nas filmagens de Cinco é o Número Perfeito

“Cinco é o Número Perfeito” marcou a estreia de Igor Tuveri, mais conhecido pelo apelido de Igort e por seus trabalhos como ilustrador, na direção cinematográfica. A história desse filme foi publicada originalmente, em 2002, em quadrinhos na Itália. Desenvolvido ao longo de dez anos, o HQ homônimo de Igort se tornou um grande sucesso. As ilustrações impecáveis (ao estilo noir) e a trama original (retrato dos bastidores da máfia napolitana durante a década de 1970) foram as responsáveis por esse êxito. Ou seja, se temos aqui uma história muito batida (quem aguenta assistir ou ler a mais uma narrativa mafiosa, hein?!), ao menos o graphic novel de Igort foi desenvolvido com elementos diferenciados tanto na estética quanto em seu conteúdo.


Prova maior da qualidade da versão em HQ de “Cinco é o Número Perfeito” foi a série de prêmios que o livro conquistou. O principal deles foi o Prêmio Livro do Ano da Feira do Livro de Frankfurt. Para quem não conhece, a Feira do Livro de Frankfurt é simplesmente o maior evento editorial do planeta! Por falar nisso, abração, Eduardo! Ao lado do sucesso da crítica, Igort também foi agraciado pelo reconhecimento do público leitor. Lançado em vários países, esse graphic novel se tornou um best-seller na Itália e na Europa.


Orçada em aproximadamente 4 milhões de euros, a versão cinematográfica de “Cinco é o Número Perfeito” tem em seu elenco muitas figuras veteranas do cinema italiano. Destaque para o trio de protagonistas: Toni Servillo, Valeria Golino e Carlo Buccirosso. Da nova geração, a ênfase vai para Lorenzo Lancellotti, Emanuele Valenti e Vincenzo Nemolato. Além de dirigir “Cinco é o Número Perfeito”, Igort foi o responsável por adaptar seu HQ para o longa-metragem.


Esse filme foi exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 2019. Lançado no circuito comercial italiano pouco depois, ele chegou aos cinemas da Itália em agosto do ano retrasado. Ou seja, ele passou inóculo ao caos sanitário que o país mediterrâneo vivenciou no início do ano passado. Quando a pandemia do novo coronavírus chegou às terras italianas (lembremos o que isso representou para essa nação em 2020), o longa-metragem já estava saindo de cartaz.

Filme Cinco é o Número Perfeito

O que a quarentena de combate à Covid-19 atrapalhou foi o lançamento internacional de “Cinco é o Número Perfeito”. Com algumas exceções, por exemplo a França, vários cinemas europeus não puderam ainda colocar a produção de Igort em cartaz. No Brasil, isso também aconteceu. O filme ainda não ganhou as salas nacionais. E, infelizmente, não há previsão para quando ele irá para o circuito comercial brasileiro – quem sabe no final de 2021 ou em meados de 2022.


O enredo de “Cinco é o Número Perfeito” se passa em Nápoles, em setembro de 1972. Peppino Lo Cicero (interpretado por Toni Servillo), chamado carinhosamente pelos amigos de Peppi, vive uma tranquila aposentadoria em sua cidade natal. Depois de ter trabalhado por décadas como assassino profissional de um clã mafioso, Peppino agora passa os dias longe dos crimes em uma rotina sossegada. Viúvo, Peppi alegra-se de ver o único filho, Nino (Lorenzo Lancellotti), seguir seus passos na nobre profissão que ele tão bem desempenhou por anos a fio. O jovem trabalha como matador para a mesma família napolitana que empregou o pai. Por isso, o orgulho do velho Peppino Lo Cicero, um mito entre os criminosos de sua geração.


Porém, em uma noite aparentemente normal de trabalho, Nino é surpreendido por Ciro (Vincenzo Nemolato), sua vítima-alvo naquela oportunidade. Ao invés de cair no papo do jovem matador de aluguel que viera visitá-lo, Ciro toma a iniciativa e mata o homem que iria assassiná-lo. Quando Peppi descobre o que aconteceu com o filho, ele enlouquece. Inconformado com o destino de seu herdeiro, o velho assassino profissional jura vingança.


Sem pensar nas consequências dos seus atos, Peppino Lo Cicero mata o chefão da máfia que o empregou por tanto tempo e que era o responsável pelo trabalho do filho. Em sua visão, o capo foi um dos culpados pela morte de Nino (afinal, não o protegera das ações adversárias). Em seguida, Peppi começa a procurar Ciro. Sua intenção é, obviamente, executá-lo. Como o rapaz é funcionário de outra família mafiosa de Nápoles, o experiente assassino não pensa duas vezes e decreta guerra contra o clã que protege seu maior inimigo. Ou seja, em pouco tempo, Peppino se torna inimigo de boa parte dos clãs napolitanos que constituem a Máfia local.

Filme Cinco é o Número Perfeito

Sozinho contra inimigos tão poderosos (e numerosos), Peppi recorre aos seus velhos amigos, Rita (Valeria Golino) e Totò o´Macellaio (Carlo Buccirosso). O trio de veteranos precisará enfrentar um exército de mafiosos para, em primeiro lugar, sobreviver, e, depois, achar o assassino de Nino. Na cabeça de Peppino, qualquer coisa que o faça colocar as mãos em Ciro vale a pena. Esse é o seu plano nem que para isso ele se torne alvo da ira da Máfia napolitana inteira. Dessa maneira, começa a maior guerra entre os criminosos do Sul da Itália que se tem notícia.


“Cinco é o Número Perfeito” tem uma hora e quarenta minutos de duração. O filme pode ser classificado como um thriller dramático, um drama mafioso, um suspense de ação, um bang-bang napolitano, uma aventura vintage ou uma trama de super-herói às avessas. Para os fãs da história em quadrinhos de Igort, talvez esse longa-metragem possa ser encarado como simplesmente a versão cinematográfica da principal criação do ilustrador e escritor italiano.


O primeiro aspecto que chama a atenção em “Cinco é o Número Perfeito” é a sua ambientação. Apesar do filme se passar em Nápoles, assistimos a uma cidade totalmente diferente do que estamos habituados a ver no cinema, na literatura e, por que não, no dia a dia (realidade). Esqueça, portanto, o sol, o calor, a aglomeração de pessoas, a gritaria, a pobreza, a simpatia e o colorido das paisagens napolitanas. Em “Cinco é o Número Perfeito”, temos o lado soturno da localidade mais icônica do sul da Itália. A maioria das cenas se passa à noite. Em meio à escuridão, à insistente chuva, ao silêncio da cidade dormindo, ao perigo das ruas desabitadas e à presença apenas da parcela marginal da sociedade napolitana, Peppino Lo Cicero precisa sobreviver como pode enquanto tenta vingar a morte do filho.


O clima dessa trama possui o estilo noir. Por isso, há o predomínio de imagens em preto e branco e o acentuado contraste entre claro e escuro. Além disso, quase não temos figuras corretas ou boazinhas no enredo do filme. Todo mundo em “Cinco é o Número Perfeito” é, de certa forma, vilão. O conflito se dá justamente entre os anti-heróis (ex-mafiosos que não se arrependeram do passado com muito sangue nas mãos e que desejam voltar à ativa) e os vilões tradicionais (os mafiosos típicos de Nápoles que ainda estão na ativa e que estão dispostos a matar quem aparecer pela frente). Obviamente, a escolha por parte do espectador para quem torcer é direcionada pelo roteirista, por mais ilógica (ou seria insensata?) que seja a atitude de Peppi e de sua trupe de colegas.

Filme Cinco é o Número Perfeito

Não é possível comentar “Cinco é o Número Perfeito” sem falar de sua exuberante fotografia. Explorando todas as nuances da atmosfera noir e dialogando o tempo inteiro com o universo dos HQs, o filme de Igort tem na sua estética o ponto alto. Não é errado dizer que este é um longa-metragem que salta aos olhos. Em vários momentos, não é preciso nem som para curtir o que se passa na tela.


Temos aqui também um humor forte e irônico (uma das marcas da cultura italiana). As passagens mais engraçadas são relativas à inversão dos papéis de bandidos e mocinhos. Na visão da família Lo Cicero, os mafiosos são heróis que devem ser exaltados e admirados. E os policiais, os governantes e a sociedade civil são os adversários a ser combatidos. Achei excelente essa mudança de perspectiva (ao menos é divertida e original). Além disso, o humor está presente na crítica aos HQs norte-americanos e à cultura da América do Norte. Nesse sentido, é um paradoxo o fato de “Cinco é o Número Perfeito” se parecer esteticamente tanto com “Sin City – A Cidade do Pecado” (Sin City: 2005), filme norte-americano baseado também em um graphic novel.


Por falar em história em quadrinhos, repare que a intertextualidade do enredo do filme com esse gênero narrativo vai além de sua estética. “Cinco é o Número Perfeito” possui em sua trama várias citações diretas a HQs, principalmente de origem italiana. Confesso que alguns títulos, personagens e heróis mencionados no longa-metragem eu não conheço. Talvez os fãs dessa arte possam conhecer.


Já que mencionei a intertextualidade, há também várias referências à literatura e ao cinema nesse filme. Nesse último caso, é evidente a analogia aos antigos Western. Como estamos tratando de uma produção italiana, o correto seria citar o Spaghetti Western. Isso fica evidente nas músicas (várias delas possuem o estilo do velho bang-bang), nas tomadas de câmera (principalmente nas cenas de duelo) e na ambientação (o cenário é moderno e urbano, mas o clima de tensão e perigo é 100% dos faroestes clássicos).

Filme Cinco é o Número Perfeito

O desfecho de “Cinco é o Número Perfeito” é surpreendente. Apesar de inverossímeis, as cenas finais conseguem trazer uma grande reviravolta ao enredo do filme. Gosto disso! Por mais que o desenlace pareça caminhar para um lado aparentemente óbvio, no fim das contas ele vai para outro totalmente distinto (quase um drible do roteirista nos espectadores).


Esse é um filme de pancadaria pura (ou melhor, de tiros, muitos tiros). Esse expediente pode agradar aos fãs do gênero ação, mas é inegável que esse recurso esconda a falta de um enredo mais elaborado. Sabe quando você tem diante de si um longa ao melhor estilo de Terence Hill e Bud Spencer?! Pois foi essa a minha impressão. A diferença é que nenhuma personagem e nenhum ator de “Cinco é o Número Perfeito” têm a graça e o carisma da dupla de “Trinity é o Meu Nome” (Lo Chiamavano Trinità: 1970).


O principal ponto fraco do longa-metragem de Igort está em várias cenas malfeitas. Onde já se viu o cara não ficar nem um pouco molhado depois de pegar chuva, hein?! Isso acontece várias vezes. A questão da chuva é um problema recorrente do início ao final da produção. Em uma das cenas finais, a chuva é vista do lado de dentro do carro, mas quando a imagem é geral (externa), o tempo está, surpreendentemente, claro. E o que dizer, então, de revólveres da década de 1970 que não precisam ser recarregados NUNCA. Peppi e Totó atiram sem parar sem nunca precisarem colocar novos cartuchos de munição em suas armas. E o que você acha do homem que vai se barbear mesmo estando com a barba totalmente feita, hein? Ou seja, os principais equívocos de “Cinco é o Número Perfeito” estão em tropeços de continuidade, nos detalhes das filmagens e na falta de verossimilhança, algo que deixa o espectador mais exigente muito decepcionado.

Filme Cinco é o Número Perfeito

Outra questão que me incomodou foi o número excessivo de personagens caricatas. O exagero cênico (que lembra muito as novelas mexicanas) e os clichês de composição dos tipos retratados (que remetem aos filmes B) dão uma impressão de que não há nenhuma novidade em cena. Essa sensação se intensifica por causa do uso das várias referências culturais: HQ, Western, universo mafioso e romance/filme noir. Não se surpreenda se, ao final da sessão de “Cinco é o Número Perfeito”, você sentir um vazio existencial-artístico, como se as quase duas horas de filme não tivessem contribuído em nada para sua experiência cinematográfica.


Além disso, as cenas de ação, evidentemente bem-produzidas, não trazem nada de novo. É só tiro para todo o lado. E, curiosamente, o protagonista e seus amigos saem quase sempre ilesos da matança generalizada. Eles atingem dezenas de adversários (ou seria centenas?) e raramente um tiro dos adversários chegam perto deles. É algo difícil de engolir (em um longa-metragem mais sério!). A atuação do elenco não ajudou, mas também não atrapalhou. Os problemas principais do filme passam longe do trabalho dos atores e atrizes envolvidos nesse projeto.


De modo geral, não gostei dessa estreia de Igort na direção. “Cinco é o Número Perfeito” é um filme plasticamente bonito (sua fotografia é inegavelmente estupenda), mas faltou cuidados com o roteiro e com a execução de várias cenas. Minha impressão é que Igor Tuveri se preocupou mais em ser um impecável ilustrador (como se ainda estivesse produzindo um HQ) do que um diretor de cinema (seu novo posto aqui que exigia um rigor nos detalhes e nos diferentes aspectos da produção audiovisual).


Assista, a seguir, ao trailer de “Cinco é o Número Perfeito”:

O filme de Igort será reprisado na sessão da próxima terça-feira, dia 22, que começa às 18h. Quem se interessou, saiba que “Cinco é o Número Perfeito” ficará disponível até quarta-feira, 23, às 17h59, no Looke. Nesse dia, irei assistir a “A Vida Solitária de Antônio Ligabue”.


Até agora, já conferi cinco títulos da edição de 2021 do 8 ½ Festa do Cinema Italiano. Além de “Cinco é o Número Perfeito” e “As Irmãs Macaluso”, vi a comédia-romântica “Bangla” (2019), o thriller de terror “Fábulas Sombrias” (Favolacce: 2020) e a comédia pastelão “Troca Tudo!” (Cambio Tutto!: 2020). Admito que nenhum deles me empolgou. Mas ainda há muito festival nos próximos dias, né? Hoje vou ver o épico “Rômulo & Remo – O Primeiro Rei” (Il Primo Re: 2019) e o drama “Irmãos à Italiana” (Padrenostro: 2020). Bons filmes e um ótimo festival a todos!


O que você achou deste post e do conteúdo do Blog Bonas Histórias? Não se esqueça de deixar seu comentário. Se você é fã de filmes novos ou antigos e deseja saber mais notícias da sétima arte, clique em Cinema. E não deixe de nos acompanhar nas redes sociais – Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn.

A Editora Pomelo é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
A Dança & Expressão é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
Eduardo Villela é Eduardo Villela é book advisor e parceiro do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento

Bonas Histórias

O Bonas Histórias é o blog de literatura, cultura e entretenimento desenvolvido por Ricardo Bonacorci desde 2014. Com um conteúdo multicultural (literatura, cinema, música, teatro, exposição e gastronomia), o Blog Bonas Histórias analisa as boas histórias contadas no Brasil e no mundo.

bonashistorias.com.br

Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 39 anos e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

Mandarina é a livraria diferenciada que está localizada em Pinheiros, na cidade de São Paulo
BonaBelle Design & Organização é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento
A Epifania Comunicação Integrada é parceira do Bonas Histórias, blog de literatura, cultura e entretenimento