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Bonas Histórias

O Bonas Histórias é o blog de literatura, cultura, arte e entretenimento criado por Ricardo Bonacorci em 2014. Com um conteúdo multicultural (literatura, cinema, música, dança, teatro, exposição, pintura e gastronomia), o Blog Bonas Histórias analisa as boas histórias contadas no Brasil e no mundo.

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Ricardo Bonacorci

Nascido na cidade de São Paulo, Ricardo Bonacorci tem 43 anos, mora em Buenos Aires e trabalha como publicitário, produtor de conteúdo, crítico literário e cultural, editor, escritor e pesquisador acadêmico. Ricardo é especialista em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão da Inovação, bacharel em Comunicação Social, licenciando em Letras-Português e pós-graduando em Formação de Escritores.  

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Mercado Editorial: Livros - Lançamentos em setembro e outubro de 2023

Selecionamos as 130 principais obras da ficção e da poesia que foram publicadas no Brasil no quinto bimestre deste ano.

Livros de ficção e poesia que foram lançados no Brasil em setembro e outubro de 2023

Não estou morando no Brasil desde setembro (ainda vou explicar melhor essa história no momento mais adequado), mas não deixo de acompanhar de perto (ou seria de longe com atenção?!) o que chega de bom nas livrarias nacionais. Para ser sincero, nunca me senti tão mergulhado na literatura brasileira como agora. A quantidade de trabalho subiu assustadoramente de agosto para cá. Culpa de um moço chamado Eduardo Villela, meu amigo de infância e um dos principais book advisors do país, e da repercussão positiva do Bonas Histórias, esse humilde blog que se aproxima de completar nove anos de vida. E, claro, do home office, essa invenção divina para os nômades digitais (Eu, nômade? Eu, digital? Fala sério!). Juro que às vezes me sinto aprisionado no meio de uma dezena de livros para editar, escrever e analisar (isso não é uma reclamação, é apenas uma constatação).


O mais legal é que, pelo que estou notando ao longo de todo o ano, não sou apenas eu quem está tendo bastante serviço no mercado editorial brasileiro. A quantidade e qualidade dos livros publicados em setembro e outubro de 2023 no Brasil mostra que o setor passa por uma excelente fase, o que aumenta naturalmente a demanda por editores, ilustradores, revisores, ghostwriters, diagramadores, agentes literários, capistas, redatores e por aí vai. Você está duvidando de minhas palavras? Para provar o que estou falando (no caso escrevendo), trago neste novo post da coluna Mercado Editorial os 130 principais títulos da ficção e da poesia que foram lançados nas livrarias de nosso país no quinto (e penúltimo) bimestre.


Para quem está chegando agora – seja bem-vindo(a) – e, portanto, não está acostumado(a) à lista de lançamentos do Bonas Histórias, eu explico. A cada dois meses, trazemos na coluna Mercado Editorial as novidades mais legais do setor. Nosso radar é voltado para identificar e avaliar títulos da ficção literária (romance, novela, coletânea de contos, coletânea de crônicas, coletânea de ensaios literários, literatura infantojuvenil e literatura infantil) e da poesia. Consideramos tanto a literatura nacional quanto a literatura internacional que por aqui aporta. E englobamos indistintamente a literatura ficcional contemporânea e a literatura clássica. Basta dar uma navegada pelas colunas Livros – Crítica Literária e Desafio Literário que você entenderá nosso escopo de trabalho.


Explicado sucintamente o que fazemos, comecemos, entonces, tratando das novidades do mercado editorial brasileiro deste bimestre pela estante da literatura brasileira. Os quatro livros mais interessantes que encontrei nessa seção foram: “Os Substitutos” (Companhia das Letras), novo romance de Bernardo Carvalho, “1+1=2 2-1=0” (CEPE Editora), obra de Fernanda Caleffi Barbetta, “Pindorama – Uma História da Civilização Animal” (Haikai), inusitada novela de Carlos Fernando Verne, e “¿Qué Pasa, Argentina?” (Globo Livros), deliciosa coletânea de crônicas de Janaína Figueiredo.

Mercado Editorial – Livros de autores brasileiros que foram lançados nas livrarias nacionais em setembro e outubro de 2023

Bernardo Carvalho é um dos principais romancistas brasileiros da atualidade. Tenho a impressão de que tudo o que ele lança é primoroso, inteligente e relevante. Com “Os Substitutos” não é diferente. Nesse romance corrosivo ambientado na época da Ditadura Militar, o escritor e jornalista carioca de 63 anos apresenta a relação delicada de um empresário ambicioso e pouco ético com seu filho adolescente e sonhador. A família está envolvida com o que o Brasil tem de mais atrasado, violento e corrosivo: a destruição das riquezas naturais da Amazônia e o extermínio da população indígena.


Com um texto ácido, sagaz e angustiante, Carvalho mostra que continua em excelente forma. Não se surpreenda se você considerar esse o melhor romance do autor de “O Filho da Mãe” (Companhia das Letras) nas últimas duas décadas. Além de desfrutar da narrativa sempre cativante de Bernardo Carvalho, o leitor de “Os Substitutos” poderá fazer uma reflexão sobre os desmandos e as inconsistências sociais, políticas e econômicas de sua nação nos últimos 50 anos. Talvez a conclusão não seja das mais satisfatórias.


Se Bernardo Carvalho é um nome consolidado na literatura nacional, Fernanda Caleffi Barbetta é uma escritora que surge com enorme potencial para figurar na prateleira dos grandes da ficção contemporânea. Vencedor do VII Prêmio CEPE Nacional de Literatura na categoria Melhor Romance, “1+1=2 2-1=0” (sim, esse é o título da obra) é o quarto livro (e a primeira narrativa ficcional longa) da escritora paulistana de 47 anos que vive nos Estados Unidos. Suas outras obras são uma coletânea de contos, uma coleção de microcontos e uma antologia poética.


Em “1+1=2 2-1=0”, acompanhamos o diário de uma adolescente de 14 anos órfã de mãe e que foi abandonada pelo pai. Em meio aos sonhos e à sede de viver novas e prazerosas experiências, sentimentos tão típicos da juventude, a protagonista debate questões fortes e delicadas de sua jornada familiar, em uma mescla de humor e tristeza, esperança e amargura, olhar para frente e olhar para trás. Por falar em enxergar, só te falo mais uma coisa sobre a Fernanda: ela é uma baita de uma romancista. Fique de olho nela!


No campo das novelas, um livro que me chamou bastante atenção foi “Pindorama – Uma História da Civilização Animal”. Carlos Fernando Verne, escritor carioca que parece ser muito gente boa, entrou em contato para me enviar seu título de estreia. O problema é que eu estava justamente no meio da mudança para Mi Buenos Aires, Querido. Sem um endereço fixo em nenhuma das duas pontas entre a metrópole paulistana e a metrópole portenha, acabei optando por adquirir a obra pela Loja Kindle. E não é que essa foi a melhor opção. Li esse livro em minha viagem para a Argentina – juntamente com “Duas Guerras Surreais” (publicação em ebook), a excelente novela de Graziella Moraes que está concorrendo ao Prêmio Kindle de Literatura de 2023 e que certamente merece uma análise completa na coluna Livros – Crítica Literária assim que ganhar uma versão física.

Mercado Editorial – Principais publicações da ficção e da poesia que foram lançadas em setembro e outubro de 2023 no Brasil

O fato é que fiz a primeira leitura de “Pindorama” no avião (nunca vou para aeroporto ou rodoviária sem combustível literário na mochila) e é achei sua narrativa surpreendente. Nessa divertida sátira política que mistura ficção e realidade, acompanhamos a história do Brasil desde o seu descobrimento. O legal é que quem conta a saga dos portugueses e brasileiros são os animais. Inusitado, né? Vou ainda fazer a segunda leitura (sim, eu leio mais de uma vez os livros que comento aqui!) e, quem sabe, não analise esse título de Verne no começo de 2024 no Bonas Histórias. Deixem-me concluir o estudo desse livro e logo mais volto com novidades para vocês. De qualquer forma, já dá para dizer que “Pindorama” é o título mais original desse bimestre. Parabéns, Carlos Fernando! Ainda vou entrar em contato diretamente contigo para dar meu feedback.


Já que falei de Argentina, como não trazer o espetacular “¿Qué Pasa, Argentina?”. Essa coletânea de crônicas da escritora e jornalista Janaína Figueiredo é uma ótima opção de leitura para quem deseja conhecer os principais aspectos da terra de Dieguito e Evita. Adorei esse texto que mescla profundidade histórica, análise do cotidiano, diferenças culturais e curiosidades divertidas. Eita livro gostoso! Acho que o li em uma tarde. Se você estiver vivendo na margem mais emocionante e caótica do Rio da Prata (como eu e uma multidão de universitários do curso de medicina) ou simplesmente passeando por Buenos Aires (beijo, Marcelinha), recomendo muito essa leitura.


Para ser sincero, as duas obras que mais gostei sobre a Argentina, e que dão um ótimo panorama histórico, econômico, cultural e social da nação hermana, são o próprio “¿Qué Pasa, Argentina?” e “Os Argentinos” (Contexto), livro de 2013 do sempre divertido e carismático jornalista Ariel Palacios. A obra do correspondente internacional da GloboNews integra a coleção “Povos e Civilizações”. Se “Os Argentinos” é um livrão mais completo, engraçado e detalhado (acho que tem o dobro de páginas do livro de Janaína Figueiredo), por sua vez “¿Qué Pasa, Argentina?” traz um panorama mais atualizado. Na dúvida de qual ler, faça como eu: leia os dois. As obras de Palacios e Figueiredo têm textos deliciosos de quem domina tanto o assunto abordado (a dupla viveu/vive por décadas em Buenos Aires) quanto a arte da escrita (algo que nem todos os jornalistas, convenhamos, possuem).


Vamos mudar um pouco de setor dentro da livraria. Passeando agora por entre as estantes dos romances da literatura estrangeira, trago quatro boas novas para os leitores mais exigentes da coluna Mercado Editorial. O quarteto de obras ficcionais que mais me apeteceram em setembro e outubro de 2023 foram: “Paraíso” (Companhia das Letras) de Abdulrazak Gurnah, “Teoria Geral do Esquecimento” (Tusquets) de José Eduardo Agualusa, “Trilogia de Copenhagen – Infância, Juventude e Dependência” (Companhia das Letras) de Tove Ditlevsen e “Cidade da Vitória” (Companhia das Letras) de Salman Rushdie. Para ser bem franco com você, esses quatro títulos não foram apenas os melhores em sua categoria. Eles são os melhores de toda a lista que trago hoje.

Mercado Editorial – Livros de autores estrangeiros que foram lançados nas livrarias brasileiras em setembro e outubro de 2023

“Paraíso” é simplesmente a Magnum opus de Abdulrazak Gurnah, escritor tanzaniano que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura de 2021. Com quase 30 anos de atraso, o romance mais celebrado de Gurnah ganha, enfim, uma tradução para o português dos brasileiros. Vale a pena lê-lo. Afinal, não é todo dia em que temos em mãos o livro mais representativo de um Nobel, né? Por isso, não vou perder nosso tempo detalhando o que é essa obra e o que trata a sua trama. Pense em “Paraíso” como o melhor trabalho de Abdulrazak Gurnah e na certa você vai querer conhecer esse título.


Quem me conhece (ou lê o Bonas Histórias há mais tempo), sabe que José Eduardo Agualusa é um dos meus escritores favoritos. Inclusive, analisei seis dos principais livros do autor angolano no Desafio Literário em novembro de 2020: “A Conjura” (Gryphus Editora), “Nação Criola” (Gryphus Editora), “O Vencedor de Passados” (Tusquets), “As Mulheres do Meu Pai” (Língua Geral), “Nweti e o Mar” (Gryphus Editora) e “A Sociedade dos Sonhadores Involuntários” (Tusquets). A novidade envolvendo Agualusa é que “Teoria Geral do Esquecimento”, romance de 2012 que estava fora de catálogo no Brasil desde o fechamento da Editora Foz em 2018, volta às livrarias pelo selo Tusquets da Editora Planeta. Em outras palavras, quem estava com dificuldades para ler esse ótimo romance (coloca o dedo aqui que já vai fechar!), agora não tem mais desculpas. Bora para a livraria, pessoal.


Se a Editora Planeta fez um golaço ao republicar em nosso país uma das melhores ficções de José Eduardo Agualusa, sempre favorito para conquistar o Prêmio Camões, a Companhia das Letras merece nossos elogios por publicar pela primeira vez no Brasil e em português a “Trilogia de Copenhagen”, a obra-prima da dinamarquesa Tove Ditlevsen. A editora paulista reuniu os três romances, “Infância”, “Juventude” e “Dependência”, da saga autobiográfica de Ditlevsen em um único volume. Dessa maneira, o leitor brasileiro pode se encantar e se assustar com os dramas de uma das vozes mais potentes e polêmicas da literatura europeia do século XX. É leitura para fortes, aviso desde já.


Por falar em polêmica, Salman Rushdie está de volta. Felizmente, o autor de “Os Versos Satânicos” (Companhia das Letras) lança uma obra inédita depois do brutal ataque sofrido por um radical mulçumano no Estado de Nova York em agosto de 2022. Pouco mais de um ano depois de quase morrer, Rushdie apresenta ao público o romance “Cidade da Vitória”. Nessa narrativa com nome bastante sugestivo para quem acompanhou o drama pessoal do escritor indo-britânico, conhecemos a saga de Bisnaga, uma localidade surgida das cinzas. Depois de crescer e se tornar um poderoso Império, Bisnaga entra em decadência, completando o ciclo natural da vida.


Eu poderia encerrar por aqui os destaques bimestrais das livrarias brasileiras, mas tenho mais um quarteto de ótimos títulos para citar. Ou você achou que eu não iria falar dos lançamentos de “É A Ales” (Companhia das Letras) e de “Brancura” (Fósforo) de Jon Fosse, hein? Nananinanão. As duas novelas do escritor norueguês que acabou de conquistar o Prêmio Nobel de Literatura, conforme apresentado na coluna Premiações e Celebrações, são imperdíveis para quem deseja conhecer o melhor da ficção contemporânea. Confesso que estou louquinho para ler Jon Fosse, autor que até o mês passado era um completo desconhecido para mim. Desculpem-me pela minha ignorância (e descabida sinceridade).

Mercado Editorial – Títulos de escritores estrangeiros que foram publicados nas livrarias brasileiras em setembro e outubro de 2023

A dupla final de destaque deste post da coluna Mercado Editorial (que começa a se alongar mais do que eu havia me programado) vai para dois livros da Darkside Books, talvez a editora brasileira com as publicações com o melhor acabamento no Brasil na atualidade. Suas obras são verdadeiras obras de arte. E entre as belezuras que ela lançou em setembro e outubro, temos “Contos dos Subúrbios Distantes” (Darkside), coletânea de contos do australiano Shaun Tan e “Sonho” (Darkside), o título infantil da portuguesa Susa Monteiro.


Considerado um dos principais autores infantojuvenis da literatura contemporânea de língua inglesa, Tan atua também como cineasta. “Contos dos Subúrbios Distantes” é seu premiado livro de estreia e apresenta quinze narrativas curtas aterrorizantes. Nessa coletânea, assistimos a histórias que misturam violência e humor, lirismo e brutalidade, realidade e fantasia, cidade e interior, e presente e passado. Em outras palavras, os fãs do gênero de terror e os leitores que se enquadram na categoria Young Adults (adolescentes e não-tão-adolescentes-assim, mas que continuam com o paladar literário ainda juvenil) não podem perder “Contos dos Subúrbios Distantes”.


Para a garotada ainda mais nova, a melhor opção é “Sonho”, de Susa Monteiro. Nessa viagem onírica escrita e ilustrada pela premiada autora e artista plástica do Alentejo, acompanhamos um mundo quase infinito de cores e possibilidades. Esta obra foi publicada originalmente em Portugal há cerca de seis anos e conquistou o Prêmio de Melhor Ilustrador Português no Festival Internacional de Banda Desenhada de Amadora em 2018 (eita nome mais estranho de honraria!) e o Prêmio Nacional de Ilustração na categoria Menção Especial no mesmo ano. Para completar, passou a integrar o Plano Nacional de Leitura do governo português até 2027 para crianças de 3 aos 5 anos. Ou seja, vale a pena ler (ou incentivar seus filhos a lerem) a excelente Susa Monteiro.


Feita essa introdução (introdução?!!!!), apresento agora a lista com os 130 melhores livros ficcionais e poéticos do quinto bimestre de 2023. Se você procura bons romances, novelas, coletâneas de contos, crônicas e ensaios, títulos infantojuvenis, obras infantis e coleções poéticas que acabaram de sair do forno, creio que valha a pena dar uma conferida nas novidades do cardápio oferecido pelas editoras brasileiras. Boa viagem pelo encantador universo da literatura nacional e internacional e pelo desafiador mundo da literatura clássica e contemporânea.


FICÇÃO BRASILEIRA:


“Os Substitutos” (Companhia das Letras) – Bernardo Carvalho – Romance – 232 páginas.


“1+1=2 2-1=0” (CEPE Editora) – Fernanda Caleffi Barbetta – Romance – 292 páginas.


“O Amor de Pedro por João” (L&PM) – Tabajara Ruas – Romance – 296 páginas.


“Os Varões Assinalados” (L&PM) – Tabajara Ruas – Romance – 494 páginas.


“O Céu Para os Bastardos” (Todavia) – Lilia Guerra – Romance – 176 páginas.


“Sodomita” (Companhia das Letras) – Alexandre Vidal Porto – Romance – 160 páginas.


“Tudo que Eu Queria te Dizer” (L&PM Pocket) – Martha Medeiros – Romance – 192 páginas.


“A Febre” (Companhia das Letras) – Marcelo Ferroni – Romance – 192 páginas.


“Mata Doce” (Alfaguara) – Luciany Aparecida – Romance – 304 páginas.


“Visão Noturna” (Intrínseca) – Franklin Teixeira – Romance – 272 páginas.


“Com os Sapatos Aniquilados, Helena Avança na Neve” (Nós) – Marcia Tiburi – Romance – 304 páginas.


“Quando os Prédios Começaram a Cair” (Todavia) – Mauro Paz – Romance – 192 páginas.


“O Palco Tão Temido” (Nublinense) – Renata Wolff – Romance – 320 páginas.


“Vida Ao Vivo” (Companhia das Letras) – Ivan Ângelo – Romance – 296 páginas.


“A Segunda Mãe” (Todavia) – Karin Hueck – Romance – 176 páginas.


“Gambé” (Companhia das Letras) – Fred Di Giacomo Rocha – Romance – 200 páginas.


“O Lado Bom de Ser Traída” (Harlequin) – Sue Hecker – Romance – 384 páginas.


“Pindorama – Uma História da Civilização Animal” (Haikai) – Carlos Fernando Verne – Novela – 152 páginas.


“Causas Não Naturais” (Autêntica Contemporânea) – Ana Elisa Ribeiro – Coletânea de Contos – 144 páginas.


“Selma e Sinatra” (L&PM Pocket) – Martha Medeiros – Novela – 112 páginas.


“Lila” (CEPE Editora) – Gael Rodrigues – Coletânea de Contos – 176 páginas.


“Foi Um Péssimo Dia” (Nublinense) – Natalia Borges Polesso – Coletânea de Contos – 96 páginas.


“Corações Gentis” (Lacre) – Eduardo Neiva – Coletânea de Contos – 168 páginas.


“¿Qué Pasa, Argentina?” (Globo Livros) – Janaína Figueiredo – Coletânea de Crônicas – 192 páginas.


“Sempre Paris – Crônica de Uma Cidade, Seus Escritores e Artistas” (Companhia das Letras) – Rosa Freire d´Aguiar – Coletânea de Crônicas – 360 páginas.


“O Tempo Sem Tempo – 53 Crônicas sobre a Pandemia” (Autêntica) – Carlos Starling – Coletânea de Crônicas – 192 páginas.


“Educação Pela Noite” (Todavia) – Antonio Candido – Coletânea de Ensaios – 304 páginas.


“Vários Escritos” (Todavia) – Antonio Candido – Coletânea de Ensaios – 296 páginas.


“Operação Paddock” (Paralela) – Arquelana – Infantojuvenil – 416 páginas.


“Era Uma Vez Um Mistério” (Planeta) – Matheus Jucinsky – Infantojuvenil – 392 páginas.


“O Beijo da Neve” (Verus) – Babi A. Sette – Infantojuvenil – 392 páginas.


“Os Segredos do Poço Seco” (L&PM) – Claudio Levitan (autor) e Lucas Levitan (ilustrador) – Infantojuvenil – 200 páginas.


“Originárias: Uma Antologia Feminina de Literatura Indígena” (Companhia das Letrinhas) – Trudruá Dorrico e Mauricio Negro (organização) – Infantojuvenil – 144 páginas.


“Iara Sob Suspeita” (Escarlate) – Alexandre de Castro Gomes (autor) e Cris Alhadeff (ilustradora) – Infantojuvenil – 96 páginas.


“E A Princesa Não Queria Casar!” (Yellofante) – Ana Elisa Ribeiro (autora) e Angelo Abu (ilustrador) – Infantojuvenil – 96 páginas.


“Os Pombos” (Companhia das Letrinhas) – Blandina Franco (autora) e José Carlos Lollo (ilustrador) – Infantojuvenil – 56 páginas.


“Em Busca do Famoso Peixarinho” (Brinque-Book) – Gregorio Duvivier (autor) e Johanna Thomé de Souza (ilustradora) – Infantojuvenil – 48 páginas.


“Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem” (CEPE Editora) – Cesar Cardoso – Infantojuvenil – 48 páginas.


“Tá Chegando?” (Companhia das Letrinhas) – Aline Abreu – Infantojuvenil – 32 páginas.


“O Pequeno Sereio” (Companhia das Letrinhas) – Janaina Tokitaka (autora) e Flávia Borges (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“O Pedido da Fada Madrinha” (Companhia das Letrinhas) – Janaina Tokitaka (autora) e Flávia Borges (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Cinderela e o Baile Dela” (Companhia das Letrinhas) – Janaina Tokitaka (autora) e Flávia Borges (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Bela, A Fera, e Fernão, O Belo” (Companhia das Letrinhas) – Janaina Tokitaka (autora) e Flávia Borges (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Macaco com Rabo Não Troca Pneu” (Brinque-Book) – Renata Bueno e Sinval Medina (autores) e Duda van den Berg (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Neguinha, Sim!” (Companhia das Letrinhas) – Renato Gama (autor) e Bárbara Quintino (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Lelê é Pequenininha” (Brinque-Book) – Rafaela Deiab e Tieza Tissi (autoras) e Letícia Moreno (ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


FICÇÃO INTERNACIONAL:


“Paraíso” (Companhia das Letras) – Abdulrazak Gurnah (Tanzânia) – Romance – 320 páginas.


“Teoria Geral do Esquecimento” (Tusquets) – José Eduardo Agualusa (Angola) – Romance – 192 páginas.


“Trilogia de Copenhagen – Infância, Juventude e Dependência” (Companhia das Letras) – Tove Ditlevsen (Dinamarca) – Romance – 392 páginas.


“Cidade da Vitória” (Companhia das Letras) – Salman Rushdie (Índia/Inglaterra) – Romance – 384 páginas.


“A Pequena Confeitaria de Paris” (Arqueiro) – Julie Caplin (Estados Unidos) – Romance – 352 páginas.


“Três” (Intrínseca) – Valérie Perrin (França) – Romance – 528 páginas.


“Holly” (Suma) – Stephen King (Estados Unidos) – Romance – 448 páginas.


“Um Amor” (Autêntica Contemporânea) – Sara Mesa (Espanha) – Romance – 168 páginas.


“Uma Galáxia Multicor e os Confins do Universo” (Darkside) – Becky Chambers (Estados Unidos) – Romance – 304 páginas.


“O Filho do Homem” (Todavia) – Jean-Baptiste Del Amo (França) – Romance – 208 páginas.


“Não Era Pra Ser Uma História de Amor” (Arqueiro) – Sarah Adler (Estados Unidos) – Romance – 304 páginas.


“À Espera de Um Dilúvio” (Planeta) – Dolores Redondo (Espanha) – Romance – 496 páginas.


“A Armadura da Luz” (Arqueiro) – Ken Follett (Inglaterra) – Romance – 640 páginas.


“Antes de Virarmos Estranhos” (Paralela) – Renée Carlino (Estados Unidos) – Romance – 264 páginas.


“Onde Vivem as Monstras” (Gutenberg) – Aoko Matsuda (Japão) – Romance – 224 páginas.


“O Labirinto da Morte” (Suma) – Philip K. Dick (Estados Unidos) – Romance – 240 páginas.


“Boulevard” (Planeta) – Flor Salvador (México) – Romance – 352 páginas.


“Deslumbramento” (Todavia) – Richard Powers (Estados Unidos) – Romance – 336 páginas.


“Um, Nenhum e Cem Mil” (Penguin-Companhia) – Luigi Pirandello (Itália) – Romance – 240 páginas.


“Para o Inferno” (Planeta) – Leigh Bardugo (Estados Unidos) – Romance – 496 páginas.


“Montevidéu” (Companhia das Letras) – Enrique Vila-Matas (Espanha) – Romance – 240 páginas.


“Mickey7” (Planeta) – Edward Ashton (Estados Unidos) – Romance – 288 páginas.


“Stalingrado” (Alfaguara) – Vassili Grossman (Ucrânia) – Romance – 1.056 páginas.


“Parem os Relógios” (Paralela) – Krustan Higgins (Estados Unidos) – Romance – 416 páginas.


“O Deserto e Sua Semente” (Companhia das Letras) – Jorge Baron Biza (Argentina) – Romance – 232 páginas.


“Uma Rua No Brooklyn” (Paralela) – Jenny Jackson (Estados Unidos) – Romance – 256 páginas.


“Pequeno País” (Carambaia) – Gaël Faye (Burundi/França) – Romance – 208 páginas.


“Através da Chuva – Volume 3 da Série Os Irmãos Hidalgo” (Intrínseca) – Ariana Godoy (Venezuela) – Romance – 288 páginas.


“Evidências de Uma Traição” (Paralela) – Taylor Jenkins Reid (Estados Unidos) – Romance – 160 páginas.


“Pua” (Planeta) – Lourenzo Silva (Espanha) – Romance – 320 páginas.


“A Mulher de Gilles” (Carambaia) – Madeleine Bourdouxhe (Bélgica) – Romance – 168 páginas.


“A Babá” (Globo Livros) – Lana Ferguson (Estados Unidos) – Romance – 416 páginas.


“Misfit – Rebelde” (Planeta) – Elle Kennedy (Canadá) – Romance – 352 páginas.


“O Sabor da Esperança” (Arqueiro) – Susan Wiggs (Estados Unidos) – Romance – 368 páginas.


“Pegas de Surpresa” (Darklove) – Adiba Jaigirdar (Bangladesh/Irlanda) – Romance – 304 páginas.


“Acima de Qualquer Suspeita” (Planeta) – Scott Turow (Estados Unidos) – Romance – 432 páginas.


“O Mensageiro da Verdade” (Arqueiro) – Jacqueline Winspear (Inglaterra) – Romance – 320 páginas.


“Depois das Brasas” (Paralela) – Aly Martinez (Estados Unidos) – Romance – 256 páginas.


“Ode à Ruína” (Arqueiro) – Kelly Bowen (Canadá) – Romance – 272 páginas.


“É A Ales” (Companhia das Letras) – Jon Fosse (Noruega) – Novela – 112 páginas.


“Brancura” (Fósforo) – Jon Fosse (Noruega) – Novela – 64 páginas.


“Ássia” (Editora 34) – Ivan Turguêniev (Rússia) – Novela – 96 páginas.


“A Bíblia” (Todavia) – Péter Nádas (Hungria) – Novela – 112 páginas.


“Por Último Vem o Corvo” (Companhia das Letras) – Italo Calvino (Itália) – Coletânea de Contos – 224 páginas.


“Voladoras” (Autêntica Contemporânea) – Mónica Ojeda (Equador) – Coletânea de Contos – 136 páginas.


“Dia da Libertação” (Companhia das Letras) – George Saunders (Estados Unidos) – Coletânea de Contos – 256 páginas.


“Contos dos Subúrbios Distantes” (Darkside) – Shaun Tan (Austrália) – Coletânea de Contos – 96 páginas.


“Kwainda – Histórias de Fantasmas e Outros Contos Estranhos do Japão Antigo” (Fósforo) – Lafcádio Hearn (Irlanda) – Coletânea de Contos – 240 páginas.


“O Monstro e Outras Histórias” (Carambaia) – Stephen Crane (Estados Unidos) – Coletânea de Contos – 200 páginas.


“Minha Pátria É a Língua Pretuguesa” (Todavia) – Kalaf Epalanga (Angola) – Coletânea de Crônicas – 192 páginas.


“Nasci na América... Uma Vida em 101 Conversas” (Companhia das Letras) – Italo Calvino (Itália) – Coletânea de Entrevistas – 624 páginas.


“Os Irmãos Hawthorne” (Alt) – Jennifer Lynn Barnes (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 522 páginas.


“De Volta aos Anos 90” (Seguinte) – Maurene Goo (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 416 páginas.


“As Foices – Contos do Universo de Scythe” (Seguinte) – Neal Shuseterman (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 416 páginas.


“Meia-vida do Amor” (Alt) – Brianna Bourne (Estados Unidos/Inglaterra) – Infantojuvenil – 400 páginas.


“Estrelas nas Sombras” (Intrínseca) – Marie Lu (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 384 páginas.


“Eu Nasci Pra Isso” (Seguinte) – Alice Oseman (Inglaterra) – Infantojuvenil – 368 páginas.


“A Alma do Oceano” (Alt) – Natasha Bowen (Inglaterra) – Infantojuvenil – 336 páginas.


“Amor em Roma” (Intrínseca) – Sarah Adams (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 336 páginas.


“Orgulho e Preconceito e Nós Duas” (Alt) – Rachael Lippincott (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 320 páginas.


“Amor Por Engano” (Intrínseca) – Lynn Painter (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 304 páginas.


“O Cálice dos Deuses – Série Percy Jackson e Os Olimpianos” (Intrínseca) – Rick Riordan (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 272 páginas.


“O Ladrão de Raios – Volume 1 da Série Percy Jackson e Os Olimpianos” (Intrínseca) – Rick Riordan (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 400 páginas.


“O Mar de Monstros – Volume 2 da Série Percy Jackson e Os Olimpianos” (Intrínseca) – Rick Riordan (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 304 páginas.


“A Maldição do Titã – Volume 3 da Série Percy Jackson e Os Olimpianos” (Intrínseca) – Rick Riordan (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 336 páginas.


“A Batalha do Labirinto – Volume 4 da Série Percy Jackson e Os Olimpianos” (Intrínseca) – Rick Riordan (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 392 páginas.


“O Último Olimpiano – Volume 5 da Série Percy Jackson e Os Olimpianos” (Intrínseca) – Rick Riordan (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 384 páginas.


“Pim & Francie” (Darkside) – Al Columbia (Estados Unidos) – Infantojuvenil –240 páginas.


“O Viajante” (Darkside) – Peter Van den Ende (Bélgica) – Infantojuvenil – 96 páginas.


“Alice Através do Espelho... E o que Ela Encontrou Lá” (Companhia das Letrinhas) – Lewis Carroll (Inglaterra; autor) e Laurabeatriz (Brasil; ilustradora) – Infantojuvenil – 64 páginas.


“Kanela” (Intrínseca) – Neil Gaiman (Inglaterra) – Infantojuvenil – 40 páginas.


“Cadê o Bebê?” (Globinho) – Anne Hunter (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 40 páginas.


“O Menino com Flores no Cabelo” (Pequena Zahar) – Jarvis (Inglaterra) – Infantojuvenil – 40 páginas.


“Na Cozinha Noturna” (Companhia das Letrinhas) – Maurice Sendak (Estados Unidos) – Infantojuvenil – 40 páginas.


“Sonho” (Darkside) – Susa Monteiro (Portugal) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“O Primeiro Barco” (Companhia das Letrinhas) – José Saramago (Portugal; autor) e Amanda Mijangos (México; ilustradora) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Dóris” (Globinho) – Lo Cole (Inglaterra) – Infantojuvenil – 32 páginas.


“Biblioteca dos Sonhos” (Darkside) – Kazuno Kohara (Japão) – Infantojuvenil – 32 páginas.


POESIA BRASILEIRA:


“50 Poemas Macabros” (Companhia das Letras) – Vinicius de Moraes – 168 páginas.


“Manual do Luto” (Bertrand Brasil) – Fabrício Carpinejar – 144 páginas.


“Meu Amor é Político” (CEPE Editora) – Dalgo Silva – 120 páginas.


“Bívio” (CEPE Editora) – Fred Caju – 108 páginas.


“Aquele que Tudo Devora” (CEPE Editora) – Philippe Wollney – 74 páginas.


POESIA INTERNACIONAL:


“Metamorfoses” (Penguin-Companhia) – Ovídio (Itália) – 472 páginas.


No finalzinho de dezembro ou, no mais tardar, no começo de janeiro, trarei para a coluna Mercado Editorial os livros de ficção e de poesia que serão lançados no Brasil no sexto e último bimestre de 2023. Sim, senhoras e senhores, o ano já caminha para seu finalmente. Por isso, não perca as próximas novidades literárias que certamente alegrarão os leitores nacionais em novembro e dezembro. Enquanto o crepúsculo do calendário não chega (sempre sonhei em dizer essa frase!), continue acompanhando o conteúdo do Bonas Histórias. Afinal, como eu sempre digo, enquanto mundo gira, a gente lê. Fazer o quê?


Até a próxima!


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